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  • Saudação 50 Anos Independência Argélia
    Extraordinária e Plenipotenciária da República Democrática e Popular da Argélia em Lisboa Lisboa 5 de julho de 2012 Excelência O Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente MPPM tem a honra de saudar e felicitar Vossa Excelência o heróico Povo Argelino e suas Instituições Soberanas de que Vª Exª é alto representante pela passagem de tão gloriosa efeméride os 50 anos da proclamação da Independência Foram muitas décadas de resistência e de lutas populares nas vilas cidades e campos contra a ocupação estrangeira e o colonialismo até ao sacrifício dos manifestantes pacíficos do massacre colonialista de Sétif em 8 de Maio de 1945 que abriram o caminho à insurreição do 1º de Novembro e aos 8 anos da Grande Guerra de Libertação Nacional Vitoriosa esta apesar da desproporção de forças pela participação popular crescente incluindo das heroínas argelinas até à proclamação da independência em 5 de Julho de 1962 A independência democrática e revolucionária da Argélia teve naquela época um profundo alcance em primeiro lugar na sociedade argelina no nível de vida economia e cultura Depois no Magrebe na África Negra na Europa Ocidental Os movimentos de libertação nacional revolucionários das então colónias do fascismo português puderam avançar significativamente com a sua luta Forças democráticas e antifascistas portuguesas beneficiaram da hospitalidade dos dirigentes e do povo argelino Hoje com o capitalismo em crise longa e sem saída previsível a situação internacional e regional é totalmente outra As grandes potências ocidentais desvirtuam e falseiam uma primavera árabe que mal desabrochou para ser transformada no seu contrário e dar azo a mais guerras de agressão no Médio Oriente e à recuperação neocolonial de recursos e posições estratégicas que tinham sido perdidos para essas potências No entanto na Argélia o que sobressai apesar de dificuldades divergências ameaças nas

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  • No segundo aniversário da morte de José Saramago
    de duas grandes e incindíveis causas da humanidade a libertação nacional e social e a paz entre os povos No recente Seminário sobre A Questão Palestina e a Paz no Médio Oriente promovido pelo MPPM com a participação do Embaixador Abdou Salam Diallo Presidente do Comité das Nações Unidas para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino e do Embaixador Riyad Mansour Representante Permanente da Palestina na ONU foi

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  • Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos
    não haverá uma solução justa para a questão palestiniana Solidários com o povo palestino e com a sua luta as organizações signatárias tomaram a seguinte posição que está aberta à subscrição e que foi entregue à embaixada de Israel no dia 17 pelas 18h num acto público que contou com a presença de representantes das organizações subscritoras e muitas pessoas solidárias com a causa do povo palestino A greve de fome dos presos políticos palestinos nas prisões israelitas constituiu um grito de alerta sobre a condição do martirizado povo palestino Com a sua corajosa acção mais de dois mil presos políticos palestinos denunciaram a violência da ocupação israelita e a sua determinação em prosseguir a luta pela realização dos seus legítimos direitos Cerca de 5000 presos palestinos muitos dos quais encarcerados há vários anos sem que contra eles tenha sido pronunciada uma única acusação estão sujeitos a desumanas e indignas condições ao isolamento por vezes durante anos à proibição de visitas de familiares ou dos próprios advogados a espancamentos sevícias e chantagens O estado de saúde de muitos dos prisioneiros palestinos alguns tendo ultrapassado os setenta dias de privação de alimentos é de extrema gravidade A condição dos prisioneiros políticos palestinos nas cadeias israelitas ilustra o drama do povo palestino sob a ocupação israelita a violência de um quotidiano feito da repressão sistemática da contínua espoliação das terras da destruição das casas e dos campos de cultivo das expulsões do alargamento contínuo dos colonatos da meticulosa aplicação de uma política que visa o esmagamento da sua identidade e da supressão dos seus direitos como a constituição de um estado nos territórios ocupados em 1967 com Jerusalém Oriental como capital e uma solução justa para a situação dos refugiados palestinos Deste modo as organizações signatárias Expressam a sua solidariedade com os

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  • Presos Palestinos em Israel
    ISRAELITAS E O PAPEL DA SOCIEDADE CIVIL A EXPERIÊNCIA PORTUGUESA A Conferência Internacional das Nações Unidas sobre a Questão da Palestina realizada em Genebra entre 3 e 5 de abril em que o MPPM esteve representado por Silas Cerqueira Secretário para as Relações Internacionais foi dedicada ao tema dos presos políticos palestinos nas prisões israelitas Cerca de 4500 palestinos entre os quais centenas de crianças estão detidos em prisões israelitas muitos deles sem julgamento ou culpa formada Desde o início da ocupação em1967 mais de 800 00 palestinos foram vítimas de detenção Israel ignora os direitos dos prisioneiros consignados nas Convenções de Genebra e recorre frequentemente a diversas formas de tortura Mais de 80 dos presos palestinos que são libertados sofrem de desordem pós traumática e mais de 40 sofrem de depressão sendo a sua reabilitação mais um dos desafios que a sociedade palestina tem que enfrentar A questão dos presos palestinos não tem feito parte da agenda política das negociações de paz Neste contexto é essencial o papel da sociedade civil e do movimento de solidariedade internacionalista com a Palestina e a experiência portuguesa de luta antifascista e de solidariedade com os presos políticos é muito relevante Para sensibilizar

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  • UNRWA corta apoios em Gaza
    são 106 mil os refugiados em Gaza considerados pobres que deixarão de receber os apoios financeiros e apoios no campo da saúde e educação Mantêm se os apoios alimentares Ainda segundo a mesma fonte as razões invocadas pela UNRWA fazem recair a responsabilidade por esta decisão sobre a União Europeia e em geral sobre os países doadores por não estarem já a entregar os montantes de doações necessárias ao funcionamento dos referidos programas O Departamento para as questões dos refugiados do Movimento Hamas pediu que o Comissário Geral da UNRWA o italiano Filippo Grandi seja demitido das suas funções afirmando que a experiência de Grandi foi para nós ineficiente até na sua capacidade para obter os financiamentos A UNRWA foi criada pela Resolução 302 IV da Assembleia Geral da ONU 4 em Dezembro de 1949 para assegurar auxílio de emergência serviços de saúde e ensino aos milhões de palestinos refugiados após a criação do Estado de Israel Segundo os dados da UNRWA 5 há hoje quase cinco milhões de refugiados palestinos na Jordânia 2 milhões em Gaza quase 1 2 milhões na Margem Ocidental quase 850 mil na Síria quase 500 mil e no Líbano 450 mil Na Faixa de Gaza onde milhão e meio de palestinos sofrem um bloqueio imposto por Israel de forma continuada há quase cinco anos e ainda não recuperaram das trágicas consequências da operação Chumbo Fundido desencadeada pelo exército israelita no inverno 2008 2009 6 dependendo na quase totalidade da ajuda externa para a sua sobrevivência a UNRWA é o principal fornecedor de ajuda humanitária e o maior empregador tendo sido responsável no 1º semestre de 2011 por 75 2 do emprego no sector privado o que representa 8 9 do total de emprego 7 O actual Comissário Geral da UNRWA foi nomeado pelo Secretário

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  • Palestina Admitida na UNESCO
    da admissão da Palestina como Estado Membro da Organização Para que a associação se efective a Palestina tem agora que assinar a ratificar a Constituição da UNESCO A entrada da Palestina eleva para 195 o número de Estados Membros da UNESCO A votação registou 107 votos a favor da admissão e 14 votos contra com 52 abstenções Votaram a favor da admissão países europeus como a Áustria a Bélgica a Espanha a França o Luxemburgo e a Finlândia quase todos os países árabes e africanos China Índia Rússia Brasil e África do Sul Votaram contra nomeadamente os Estados Unidos o Canadá e a Alemanha Portugal Reino Unido e Itália integraram o grupo de países que se abstiveram A admissão à UNESCO de estados que não sejam membros das Nações Unidas requer uma recomendação do Conselho Executivo da Organização e uma aprovação por uma maioria de dois terços na Conferência Geral de Estados Membros A Conferência Geral é composta por representantes dos Estados Membros da Organização Reúne de dois em dois anos com a participação de Estados Membros e Membros Associados juntamente com observadores dos Estados não Membros de organizações inter governamentais e de organizações não governamentais ONG Cada Estado Membro

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  • Setenta figuras públicas subscrevem apelo ao reconhecimento do Estado da Palestina como membro da ONU
    sete dezenas de individualidades representativas de todos os sectores da sociedade portuguesa em que se incluem três galardoados com o Prémio Pessoa subscreveram um apelo em que recomendam o Governo Português a adopção em todos os fóruns internacionais e designadamente no Conselho de Segurança e na Assembleia Geral da ONU de uma posição favorável ao reconhecimento do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a 1967 incluindo Jerusalém Oriental como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas Os subscritores incluem professores universitários e investigadores deputados ao Parlamento Europeu e à Assembleia da República autarcas e vereadores dirigentes sindicais artistas plásticos encenadores e actores escritores e poetas e profissionais liberais O documento passa em revista os 64 anos decorridos desde que em 1947 a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução número 181 que estabelecia o princípio da criação de dois estados até ao presente em que apenas o estado de Israel foi formalmente constituído e aceite como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas e remata Neste contexto o reconhecimento do estado da Palestina nas fronteiras anteriores a 1967 incluindo Jerusalém Oriental como membro de pleno da Organização das Nações Unidas constitui uma directa e legítima decorrência

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/noticias/269-setenta-figuras-publicas-subscrevem-apelo-ao-reconhecimento-do-estado-da-palestina-como-membro-da-onu (2016-04-25)
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  • MPPM saúda acordo de reconciliação palestina
    assinado no dia anterior que põe termo à divisão entre o Fatah movimento palestino que governa a Cisjordânia e o Hamas movimento palestino que controla a Faixa de Gaza O MPPM saúda esta iniciativa que pode constituir um passo decisivo para o reconhecimento pela comunidade internacional de um Estado Palestino soberano independente e viável constituído dentro das fronteiras anteriores a 1967 com Jerusalém Oriental como capital Assinaram o acordo os representantes de 13 dos movimentos da resistência palestina nomeadamente além do Fatah e do Hamas a Jihad Islâmica a Frente Popular de Libertação da Palestina FPLP a Frente Democrática de Libertação da Palestina FDLP e o Partido do Povo Palestino No final da cerimónia de ratificação usaram da palavra o presidente da Autoridade Palestina e do Fatah Mahmud Abbas e o líder do Hamas residente em Damasco Khalid Meschal Abbas declarou que os palestinos tinham virado para sempre a página negra da divisão Meschal afirmou que a única luta era contra Israel e que os quatro anos de desavenças com o Fatah ficavam para trás acrescentando que o único objectivo do Hamas era o estabelecimento de um Estado livre e soberano na Cisjordânia e na Faixa de Gaza com a capital em Jerusalém sem colonatos sem o abandono de uma polegada de terra e sem a desistência do direito de regresso dos refugiados palestinos O protocolo do acordo concluído na passada 4ª feira dia 27 de Abril também no Cairo prevê a constituição de um governo palestino provisório composto por independentes e encarregado de preparar no prazo de um ano as próximas eleições legislativas e presidenciais Assistiram à cerimónia que teve lugar na sede dos serviços secretos egípcios representantes das Nações Unidas da União Europeia e da Liga Árabe O antigo presidente norte americano Jimmy Carter pediu o apoio dos

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