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  • COMUNICADO 08/2014
    Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino soldados israelitas assassinaram o Ministro da Autoridade Palestina e dirigente da Fatah Ziad Abu Ein enquanto participava numa iniciativa não violenta assinalando a data O Ministro Abu Ein era responsável pela pasta dos Colonatos e do Muro de Anexação A iniciativa que decorria na aldeia palestina de Turmusaya situada a noroeste de Ramallah uma aldeia que está cercada por colonatos ilegais e que é vítima frequente da violência e do terror dos colonos consistia na plantação de oliveiras simbolizando a esperança na paz e na justiça No decurso da iniciativa o Ministro Abu Ein foi alvo de agressões por soldados israelitas que viriam a resultar na sua morte O MPPM condena energicamente este inaceitável crime das forças de ocupação israelitas que é um exemplo mais da violência e repressão que diariamente e com total impunidade se abate sobre o povo palestino Uma repressão que nomeadamente mantém presos por razões políticas milhares de palestinos entre os quais dezasseis deputados ao Parlamento O MPPM alerta para o facto de que o governo israelita está em período pré eleitoral empenhado numa escalada de provocação e violência quer nos territórios ocupados quer nos países limítrofes como ficou patente no bombardeamento aos arredores da capital síria Damasco no passado dia 7 de Dezembro São reais os perigos de que o governo de Israel venha a desencadear operações militares de grande envergadura Como são reais os perigos de que a Lei da Nacionalidade proposta pelo governo cessante se venha a traduzir numa nova grande limpeza étnica dos habitantes palestinos de Israel O assassinato do Ministro Abi Ein e os enormes perigos que pairam sobre toda a região tornam inadiável que todas as forças políticas e sociais portuguesas bem como o Governo da República Portuguesa tomem posições claras e decididas

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  • COMUNICADO 07/2014
    profissão Em 1958 esteve na origem da fundação da Al Fatah uma organização que se propunha organizar a luta contra Israel Em 1964 com a criação da OLP que congregou um conjunto de organizações que lutavam por uma Palestina livre Arafat passou a dedicar se a tempo inteiro à sua missão libertadora No rescaldo da Guerra dos Seis Dias em 1967 a Fatah assumiu um papel preponderante dentro da OLP de cuja Comissão Executiva Yasser Arafat seria eleito presidente em 1969 cargo que ocuparia até poucos dias antes do seu falecimento Sob a sua liderança a OLP tornou se numa organização poderosa e respeitada como legítima representante das aspirações nacionais do povo palestino Em 15 de Novembro de 1988 o Conselho Nacional Palestino órgão máximo da OLP proclamou em Tunes a independência do Estado da Palestina que até final desse ano foi reconhecida por mais de 80 países Hoje são 135 os países que reconhecem o Estado da Palestina Nesta altura Arafat acreditava que era possível encontrar uma solução para a questão palestina pela via negocial Foi neste espírito que a OLP participou nas negociações de Madrid 1991 e Oslo 1993 onde fez concessões muito criticadas por sectores do movimento nacional palestino Dos Acordos de Oslo resultou a criação da Autoridade Nacional Palestina com o objectivo de assumir a administração de parte dos territórios palestinos ocupados por Israel na guerra de 1967 A Autoridade Nacional Palestina instala se em Gaza em 1994 e Yasser Arafat é o seu primeiro Presidente Pela sua participação nestes processos Yasser Arafat foi distinguido em 1994 com o Prémio Nobel da Paz juntamente com Yitzhak Rabin e Shimon Peres Nos anos que se seguiram e apesar das concessões feitas pelo lado palestino as sucessivas administrações israelitas violaram todos os compromissos assumidos mantendo um estado de

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  • COMUNICADO 06/2014
    Mais de 5000 cidadãos palestinos estão encarcerados em prisões israelitas por motivos políticos Entre estes prisioneiros contam se menores de idade membros do Conselho Legislativo da Palestina e cerca de cinco centenas de pessoas em situação de detenção administrativa As autoridades prisionais sujeitam frequentemente e impunemente os prisioneiros políticos palestinos à tortura aos maus tratos a espancamentos e ao isolamento Recentemente têm ainda aumentado as restrições das visitas dos familiares dos prisioneiros assim como as restrições à comunicação telefónica e por outros meios Entre os prisioneiros encontram se destacados membros da resistência palestina como Marwan Barghouti e Ahmad Sa adat Ahmad Sa adat é Secretário Geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina membro do Conselho Legislativo da Palestina e reconhecido líder da luta pelos direitos do povo palestino Sa adat está nas prisões de Israel desde 2006 grande parte deste tempo em regime de isolamento acusado pela sua atividade politica e condenado por um tribunal militar israelita Entre 17 e 25 de Outubro está a decorrer uma campanha pela libertação de Ahmad Sa adat e de todos os prisioneiros políticos palestinos que congrega organizações de vários países de todo o mundo cujo site pode ser consultado em http

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  • COMUNICADO 05/2014
    anos não vão viver esses ideais porque se incluem nas mais de 2 000 vítimas mortais da recente agressão israelita contra Gaza Estádios de futebol alguns oferecidos pela União Europeia à Palestina foram de pronto destruídos por Israel Embora a Palestina seja um membro da FIFA ocupa a 88ª posição do ranking entre 208 países os seus jogadores são frequentemente proibidos por Israel de se deslocar ao serviço da sua selecção O Estádio Teddy Kollek proposto por Israel para acolher o Euro 2020 é sede do Beitar Jerusalem Football Club um bastião de racismo e xenofobia a absoluta antítese dos valores defendidos pela UEFA Correu mundo o episódio da violenta contestação pelos adeptos do Beitar à contratação de dois futebolistas muçulmanos tchetchenos não tendo sido suficiente a explicação do treinador do clube Eli Cohen de que os muçulmanos europeus são bons ao contrário dos muçulmanos árabes É frequente as instâncias dirigentes do futebol resguardarem se atrás da máxima não misturamos futebol com política Bem recentemente aliás ela serviu para justificar a aplicação de multas contra clubes irlandeses e escoceses entre eles o Celtic de Glasgow pelo facto de os seus adeptos terem exibido bandeiras palestinas durante a realização de jogos a contar para as competições europeias Mas quando estão em causa valores humanos fundamentais desde logo o direito à vida esta falsa neutralidade representa de facto um alinhamento ao lado do agressor contra o agredido ao lado do carrasco contra a vítima A FIFA nunca conseguirá lavar a vergonhosa mancha com que se cobriu ao desqualificar a União Soviética por se recusar a jogar a segunda mão do play off para o Mundial de 1974 contra o Chile no Estádio Nacional em Santiago onde duas semanas antes o ditador Augusto Pinochet tinha feito aprisionar torturar e executar centenas de opositores

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  • COMUNICADO 04/2014
    fazem parte do quotidiano dos palestinos 3 Tendo desencadeado o ataque a Gaza Israel não alcançou qualquer dos objectivos por si proclamados no início de mais esta agressão contra o povo palestino A determinada e verdadeiramente heróica resistência do povo palestino apesar dos inauditos sacrifícios a que foi submetido e em primeiro lugar a resistência popular na martirizada Faixa de Gaza forçaram as tropas israelitas a abandonar o interior de Gaza e a Resistência reconhecida por Israel nas negociações do Cairo provou que não se submete e que jamais aceitará a tentativa de imposição de uma solução que desrespeite os direitos inalienáveis do povo palestino mesmo que imposta pela mais desproporcionada força militar 4 O cessar fogo agora alcançado não significa que se esteja perante um momento de viragem decisivo para a questão palestina Não são conhecidos os termos exactos do acordo de cessar fogo e a experiência mostra que Israel viola sistematicamente compromissos assumidos A solidariedade internacional para como o povo palestino que alcançou expressões sem precedentes a nível mundial e também no nosso país durante estes 51 dias de agressão tem de manter se activa e vigilante Não haverá paz na região sem o fim da ocupação dos territórios palestinos e o reconhecimento e exercício pleno do direito do povo palestino a uma pátria independente viável e soberana com Jerusalém Leste como capital e do direito de regresso dos refugiados conforme as resoluções relevantes da ONU 5 A necessidade da solidariedade internacional estende se aos restantes povos do Médio Oriente uma região martirizada por décadas de guerras e agressões em grande parte ligadas aos objectivos inconfessáveis de controlo e dominação dos gigantescos recursos naturais e energéticos da região por parte de potências ocidentais e que enfrenta hoje uma situação generalizada de violência e barbárie inauditas de que é

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  • COMUNICADO 03/2014
    com as ofensivas do exército de Israel contra a população da Palestina Ocupada intensificada a partir de meados de Junho que se traduziram em mais mortes prisões e destruição Em nome do direito à defesa Israel destrói habitações arrasa campos de cultivo divide aldeias e isola populações para prosseguir a construção do Muro do Apartheid declarado ilegal pelo Tribunal Internacional de Justiça numa sentença histórica cujo 10º aniversário hoje se assinala Em nome do direito à defesa Israel prossegue a construção e expansão de colonatos ilegais à luz do direito internacional e povoa os com colonos cheios de ódio racista e xenófobo aos seus vizinhos palestinos e cobre com o manto da impunidade os seus crimes bárbaros como o que tirou a vida ao jovem Mohamad Abu Khaderis que terá sido queimado vivo como retaliação pela morte por autores não identificados de três jovens colonos judaicos Em nome do direito à defesa Israel conta com o apoio incondicional dos Estados Unidos e com a neutralidade colaborante dos países europeus Mas quem protege o direito à defesa dos palestinos Quem protege o seu direito à defesa contra a usurpação das suas terras contra a demolição das suas casas contra a destruição dos seus campos e pomares contra a prisão arbitrária dos seus parentes e amigos contra o assassinato dos seus pais esposos e filhos Quem protege o seu direito à defesa da criação de um Estado que seja seu na terra em que sempre viveram tendo como capital a cidade que é sagrada para três religiões e uma referência histórica para todos Quem protege o direito à defesa do regresso ou da justa compensação de todos os foram forçados a abandonar as suas casas e terras empurrados pela violência bestial do ocupante É tempo de dizer basta É tempo de dizer

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  • COMUNICADO 02/2014
    a cumplicidade dúplice dos que lamentam compungidamente a morte dos jovens colonos israelitas e se mostram insensíveis e assistem em silêncio à brutalidade a que a população palestina é sujeita por parte do aparelho militar de Israel Todos estes actos de violência são fruto de campanhas de ódio aos palestinos alimentadas pelas forças de ocupação e o governo de Israel e perante o silêncio cúmplice dos seus aliados a começar pelos Estados Unidos da América Os incitamentos à violência são constantes Em Haifa membros do Likud exigiram a morte de Hanin Zoabi uma deputada árabe israelita do Knesset O antigo ministro da Defesa de Israel Benjamin Ben Eliezer pediu ao governo o assassinato dos líderes do Hamas Soldados israelitas publicam impunemente selfies com mensagens de morte aos árabes À luz do direito internacional designadamente da Quarta Convenção de Genebra Israel enquanto potência ocupante da Palestina tem a obrigação de garantir a segurança da população ocupada e está impedida de transferir pessoas do seu território para o território ocupado Ao invés Israel intensifica a cada dia que passa a sua política ilegal de construção de novos colonatos e de expansão dos existentes incluindo nos seus habitantes grupos que abertamente advogam o racismo e a violência contra os palestinos Os actos criminosos cometidos por colonos contra os habitantes da Palestina ocupada ficam sistematicamente impunes Como têm ficado impunes a vandalização de lugares sagrados de cristãos e muçulmanos como tem ficado impune a destruição de património de palestinos De par com estes actos de violência Israel iniciou operações militares de grande envergadura contra a Faixa de Gaza e a Margem Ocidental Na que é considerada a maior operação militar contra a Margem Ocidental na última década Israel invadiu campos de refugiados aldeias e cidades De acordo com a Autoridade Palestina quase 600 palestinos

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  • COMUNICADO 01/2014
    Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente MPPM SAÚDA os militares que em 25 de Abril de 1974 devolveram ao povo português a liberdade a dignidade e a esperança abriram o caminho à independência dos povos submetidos ao domínio colonial português e recolocaram Portugal no lugar que lhe competia no concerto das nações SAÚDA todos os homens mulheres e jovens que individual ou colectivamente ao longo de quatro décadas têm pugnado pela defesa intransigente das conquistas de Abril na defesa da democracia da liberdade do desenvolvimento e da justiça social SAÚDA o carácter marcadamente humanista progressista e pacifista da Constituição da República Portuguesa no que respeita às relações internacionais que se mantém a despeito dos ataques e perversões de que tem sido alvo SAÚDA todos os portugueses amantes da paz que têm manifestado a sua solidariedade internacionalista activa para com os povos que em todo o mundo lutam pela liberdade pela democracia e pela independência e em especial para com o povo palestino RECORDA que só no Portugal livre e democrático saído de Abril foi possível realizar em Lisboa em Novembro de 1979 a Conferência Mundial de Solidariedade com o Povo Árabe e a sua Causa Central a Palestina que trouxe a Portugal durante esses dias o Presidente da OLP Yasser Arafat na sua primeira visita a um país da Europa Ocidental durante a qual foi recebido pelo Chefe de Estado e o Primeiro Ministro então respectivamente General Ramalho Eanes e Engenheira Maria de Lurdes Pintassilgo EXORTA o governo português a respeitar a Constituição da República tanto nas relações entre Estados como nas organizações internacionais em que Portugal se integra em particular no tratamento da questão palestina e da situação no Médio Oriente respeitando e fazendo respeitar o direito do Povo Palestino à autodeterminação e à independência

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