archive-org.com » ORG » M » MPPM-PALESTINA.ORG

Total: 440

Choose link from "Titles, links and description words view":

Or switch to "Titles and links view".
  • COMUNICADO 06/2012
    actuação de Israel em relação à população palestina apresenta se ao mesmo tempo pela violência e dimensão dos recursos envolvidos como uma operação de larga escala só possível ao cabo de um planeamento cuidado e atempado e com a cobertura dos EUA O assassinato por Israel do dirigente do Hamas Ahmed al Jabari justamente quando este participava através da mediação egípcia na negociação de uma trégua nos confrontos constitui um acto premeditado e que visava afinal boicotar essa negociação e provocar uma escalada no conflito Mesmo que os seus contornos e objectivos não sejam ainda totalmente claros a ofensiva militar israelita em curso não pode ser dissociada dos esforços de Israel acompanhados pelos Estados Unidos da América e boa parte dos países da União Europeia no sentido de boicotar a iniciativa da OLP de propor a elevação do estatuto da representação diplomática da Palestina na Organização das Nações Unidas Ao mesmo tempo e a exemplo do que se verificou durante a brutal campanha de Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009 a operação militar israelita ocorre escassos meses antes da realização de eleições em Israel e nessa medida apresenta se como uma acção que visa condicionar a opinião pública israelita e favorecer o reforço das forças xenófobas e de extrema direita que hoje controlam o governo daquele país Além de prosseguir os objectivos de repressão sobre o povo palestino e de prolongamento da ocupação dos seus territórios a operação militar israelita em curso encerra gravíssimos perigos para a paz no mundo No momento em que se acentua a ingerência das potências ocidentais no conflito interno na Síria a ofensiva contra Gaza não pode ser desligada dos ataques israelitas lançados desde há dias contra território sírio assim como das ameaças e actos de hostilidade de Israel contra o Irão Neste quadro

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/314-comunicado-062012 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 05/2012
    a luta pela realização dos seus inalienáveis direitos A situação nas prisões israelitas é bem o espelho da natureza repressiva autoritária e antidemocrática da política conduzida pelo estado de Israel Mais de três centenas de palestinos estão hoje encarcerados muitos deles há vários anos sem que contra eles tenha sido pronunciada uma única acusação ou sem que os seus próprios advogados possam elaborar e apresentar a sua defesa O isolamento por vezes durante vários anos a proibição de visitas de familiares ou até mesmo dos próprios advogados os espancamentos sevícias e chantagens são práticas comuns que organizações não governamentais palestinas e de direitos humanos palestinas israelitas e internacionais têm denunciado A tortura física e psicológica é uma prática corrente e sancionada pelo aparelho militar e judicial do estado de Israel A condição dos prisioneiros palestinos nas cadeias israelitas ilustra de forma particularmente viva o drama do povo palestino sob a ocupação sionista a violência de um quotidiano feito da repressão sistemática da contínua espoliação das terras da destruição das casas e dos campos de cultivo da expulsões do alargamento contínuo dos colonatos da meticulosa aplicação de uma política que visa o esmagamento da sua identidade e existência nacional Sessenta e quatro anos depois da Nakba a comunidade internacional continua a assistir entre a passividade a indiferença ou a cumplicidade ao avanço da ocupação israelita fazendo letra morta de todos os preceitos da lei e da ordem internacional e das muitas centenas de resoluções das Nações Unidas que condenam o estado de Israel que reclamam o fim da ocupação e a realização plena dos direitos nacionais do povo palestino desde logo com a constituição de um estado nos territórios ocupados em 1967 com Jerusalém Oriental como capital e uma solução justa para a situação dos refugiados palestinos O estado de saúde

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/294-comunicado-052012 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 04/2012
    na ocupação e colonização dos territórios palestinos No quadro dessa política Israel tem aliás intensificado a construção e alargamento de colonatos ao mesmo tempo que tem multiplicado as medidas e acções destinadas a provocar a expulsão das populações palestinas das suas terras Uma tal política tem suscitado um generalizado repúdio na comunidade internacional traduzido tanto na condenação de tais iniciativas por contrárias aos mais elementares direitos humanos como no boicote activo a acções e iniciativas que possam de alguma maneira configurar um reconhecimento efectivo da ocupação israelita daqueles territórios O consenso político amplamente partilhado nas instituições europeias é muito claro quanto à ilegalidade da ocupação israelita dos territórios palestinos e na consideração da política de colonização levada a cabo por Israel como um dos principais obstáculos ao estabelecimento de uma paz justa e duradoura no Médio Oriente Foi aliás em decorrência desse princípio que em 2010 o Parlamento Europeu entendeu suspender o processo de apreciação deste protocolo ACAA na sequência do assalto israelita em águas internacionais contra a Flotilha da Liberdade Neste sentido a eventual aprovação do protocolo ACAA com Israel violentaria esse consenso e colocaria a União Europeia numa posição de conivência com a violação reiterada e continuada por parte de Israel do espírito e da letra da Carta das Nações Unidas Todos os dados disponíveis provindos dos organismos das Nações Unidas e da própria União Europeia confirmam que Israel tem intensificado e acelerado a política de expropriação e expulsão dos palestinos e de ocupação e colonização das suas terras e multiplicado em geral as violações dos direitos humanos sobre a população dos territórios ocupados da Margem Ocidental e de Jerusalém Oriental Ao mesmo tempo persiste o bloqueio ilegal e criminoso sobre a população de Gaza que a comunidade internacional em geral reprova com veemência É aliás particularmente chocante

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/281-comunicado-042012 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 03/2012
    Em Março de 1976 as autoridades israelitas anunciaram a confiscação de milhares de hectares de terras palestinas de aldeias da Galileia por razões de segurança o que fizeram seguir da imposição do recolher obrigatório Os chefes palestinos locais responderam com o apelo à realização no dia 30 de Março de uma greve geral e manifestações contra a expropriação de terras em todas as cidades palestinas Não obstante Israel ter declarado ilegais todas as manifestações mais de 400 000 pessoas responderam ao apelo aderindo à greve geral e participando em manifestações pacíficas de norte a sul de Israel havendo ainda greves de solidariedade na Cisjordânia e na Faixa de Gaza A estas manifestações pacíficas respondeu Israel com a intervenção das suas forças armadas apoiadas por tanques nas povoações palestinas Daí resultou a morte de seis palestinos desarmados e centenas de feridos e presos Desde então 30 de Março é o Dia da Terra para os palestinos Neste dia homenageia se a memória das vítimas mas celebra se também a data em que há 36 anos cidadãos palestinos de Israel se uniram para enfrentar as autoridades israelitas que pretendiam espolia los das suas terras Perante a complacência da comunidade internacional Israel tem prosseguido a sua política de apropriação de terras palestinas para construção de colonatos tem arrancado árvores e destruído culturas tem derrubado casas expulsando os seus habitantes e inviabilizando o seu retorno e construiu o muro do apartheid que divide famílias e separa os palestinos das suas terras Objetivamente Israel está a inviabilizar a constituição do Estado da Palestina e a concretização da solução de dois estados preconizada e suportada por resoluções das Nações Unidas O Dia da Terra é assinalado todos os anos por manifestações pacíficas que Israel normalmente pretende calar pela força que reafirmam o apego dos palestinos à

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/279-comunicado-032012 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 02/2012
    por iniciativa das Nações Unidas com o objetivo de chamar a atenção para a importância da água potável e para a necessidade de fazer uma gestão sustentável dos recursos hídricos Em muitos países do mundo apela se a uma utilização racional dos recursos postos à disposição dos seus habitantes Mas nos Territórios Ocupados da Palestina a população tem um problema mais premente o acesso puro e simples a água potável para o seu consumo diário O Seminário das Nações Unidas sobre a Assistência ao Povo Palestino realizado no Cairo em 6 e 7 de fevereiro passado chegou a estas conclusões Os palestinos só têm acesso a 10 da capacidade do sistema de água da Cisjordânia ao passo que Israel tem controlo completo sobre os aquíferos da região Israel tem de forma continuada sobre explorado a água provocando o esgotamento das reservas dos aquíferos para depois a vender de volta aos palestinos Metade dos poços palestinos secou nas duas últimas décadas Os israelitas consomem sete vezes mais água que os palestinos enquanto estes pagam a água cinco vezes mais cara que os colonos judeus Os colonatos israelitas descarregam anualmente 40 milhões de metros cúbicos de resíduos líquidos e sólidos em terras palestinas e diariamente 60 milhões de litros de esgotos não tratados ou só tratados parcialmente são descarregados em terra no mar ou em fontes de água potável Os prejuízos diretos causados à economia palestina pelas restrições do acesso à água nomeadamente pelo preço mais elevado da água consumida são avaliados em 51 9 milhões de dólares 0 6 do PIB Os prejuízos indiretos que compreendem por exemplo perdas de produção agrícola devido a falta de água e problemas de saúde atribuídos à má qualidade da água estão avaliados em 1 900 milhões de dólares 23 4 do PIB A questão

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/278-comunicado-022012 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 01/2012
    mais uma ofensiva militar de Israel sobre a martirizada população palestina da faixa de Gaza A sequência de bombardeamentos iniciada na passada sexta feira tem semeado um rasto de morte e destruição em várias aldeias e cidades daquela região ocupada Homens mulheres ou crianças escolas e outras infra estruturas civis nada tem sido poupado Sem ser surpreendente a brutalidade do exército israelita é ainda mais chocante porquanto a actual campanha de bombardeamentos sobre a população palestina foi desencadeada de maneira totalmente despropositada e sem que nada o justificasse Na verdade ela apenas vem elevar o grau de violência e opressão que marca o quotidiano do povo palestino sob a continuada ocupação de Israel No actual contexto que se vive no Médio Oriente com a agudização de conflitos internos e a multiplicação de ingerências externas e planos belicistas para novas invasões a ofensiva militar israelita parece orientada entretanto para provocar uma escalada das tensões internacionais na tentativa de justificar uma acção militar em larga escala contra outros países da região Iniciada poucos dias após o discurso do Presidente dos Estados Unidos da América na reunião anual do lobby israelita nos EUA e desenvolvida no meio do maior silêncio por parte dos

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/275-comunicado-012012 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 04/2011
    desencadeadas em inúmeros países e ameaça atear o fogo dos conflitos bélicos a toda a região Face aos protestos verificados em meados de Fevereiro na Líbia os países ocidentais com destaque para a França o Reino Unido e os Estados Unidos da América optaram por submeter ao Conselho de Segurança das Nações Unidas uma resolução nº 1973 que permitisse uma intervenção militar contra aquele país soberano Justificada invocando razões humanitárias a ofensiva militar sobre a Líbia tem semeado a morte e o sofrimento entre a população e destruído os serviços e infra estruturas do país impondo um retrocesso profundo no seu nível de desenvolvimento A intervenção militar na Líbia foi propagandeada como uma medida para proteger a população civil mas é esta afinal a sua principal vítima Os contornos da ofensiva em curso deixam perceber que sob os objectivos afirmados esconde se afinal uma estratégia de dominação e exploração das importantes riquezas naturais daquele país e de ingerência directa no continente africano e num mundo árabe em revolta Esta guerra na sequência do ocorrido em outros lugares num passado mais ou menos recente confirma que a violentação do princípio da soberania e da não ingerência nos assuntos internos de Estados soberanos longe de resolver ou apaziguar o confronto aprofunda as tensões e eterniza os conflitos No contexto internacional presente a continuação da intervenção militar estrangeira na Líbia acarreta acrescidos perigos para a paz na região do Mediterrâneo Somada à intervenção militar da Arábia Saudita no Bahrain e à contínua repressão exercida sobre a população daquele país assim como às ingerências e intromissões nos assuntos internos de vários dos estados da região como o Líbano ou a Síria independentemente da consideração particular sobre a natureza de cada regime e a natureza dos processos políticos em curso a ofensiva militar sobre a Líbia impede e subverte o desenvolvimento democrático e progressista dos movimentos populares iniciados na Tunísia e no Egipto e que se espalharam por toda a região do Médio Oriente e Norte de África A rapidez com que as potências ocidentais se apressaram a desencadear uma operação militar contra aquele país soberano quando confrontada com a complacência quando não cumplicidade manifesta com que os Estados Unidos da América e as potências europeias assistem à repressão diária exercida sobre o povo palestino evidencia a política de dois pesos e duas medidas que sempre tem norteado a política destes países Neste quadro importa que os movimentos de solidariedade com a causa palestina reforcem a iniciativa diplomática prevista para Setembro tendente ao reconhecimento da Palestina como um estado membro de pleno direito na Organização das Nações Unidas Neste contexto de harmonia com os princípios que norteiam a sua actividade e em linha com o disposto no Artigo 7º da Constituição da República Portuguesa o MPPM 1 Exprime a sua solidariedade com todos os povos em luta pela democracia pela liberdade pela independência e a soberania nacional e contra as ingerências e agressões estrangeiras 2 Reclama a imediata cessação das intervenções militares estrangeiras ilegítimas na

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/266-comunicado-042011 (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • COMUNICADO 03/2011
    Palestina pela perda física da voz do mais eminente dos nossos fundadores José Saramago Esta é uma evocação sentida e homenagem à sua memória A voz de Saramago de alcance mundial pela arte da palavra a clarividência do pensamento e o desassombro das posições há muito se fazia ouvir em prol de duas maiores e incindíveis causas da humanidade a libertação e a paz Saramago sempre quis juntar a sua voz lúcida calorosa firme à de outros portugueses em iniciativas que abriram caminho ao MPPM Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente e sobretudo em defesa da vida e do futuro do povo palestino heróico e mártir Foi assim com o abaixo assinado Não ao Muro de Sharon 2004 com o documento fundador do MPPM 2005 em que se condenava a imposição pela força de soluções unilaterais todas as formas de terrorismo tanto o terrorismo de estado como qualquer outro todas as ocupações militares ilegítimas com o apelo contra a agressão israelita ao Líbano e a guerra 2006 com a moção de repúdio aos 40 anos de ocupação da Margem Ocidental do Jordão depois da Guerra dos Seis Dias 2007 com a denúncia da invasão

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/comunicados/242-comunicado-032011 (2016-04-25)
    Open archived version from archive



  •