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  • MPPM evoca Dia da Terra na Faculdade de Letras de Lisboa
    About Us Statute Organization News Home Sessões Públicas MPPM evoca Dia da Terra na Faculdade de Letras de Lisboa 31 Mar 2011 MPPM EVOCA DIA DA TERRA NA FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA A Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o MPPM Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente promovem uma sessão de solidariedade com o Povo da Palestina evocativa do Dia da Terra no dia 4 de Abril pelas 15 30 horas na sala 5 2 da Faculdade de Letras Intervirão Carlos Almeida da Direcção Nacional do MPPM e Nuno Coelho designer e co autor do livro Uma Terra sem Gente para Gente sem Terra que orientará uma workshop baseada no seu livro O Dia da Terra evocado a 30 de Março assinala a data em que em 1976 as forças armadas de Israel dispararam sobre palestinos que se opunham à expropriação das suas terras para construção de novos colonatos judaicos e expansão dos existentes Seis jovens palestinos cidadãos de Israel foram mortos Dezenas de pessoas ficaram feridas e várias centenas foram presas Hoje o Dia da Terra simboliza a resistência palestina à continuada expropriação de terras palestinas

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  • Debate em Vale de Figueira
    Home Sessões Públicas Debate em Vale de Figueira 19 Fev 2011 A SITUAÇÃO NA PALESTINA FILME E DEBATE EM VALE DE FIGUEIRA S JOÃO DA TALHA O MPPM e o Grupo Dramático e Recreativo Corações de Vale de Figueira promovem um debate sobre a situação na Palestina orientado por Carlos Almeida de Direcção Nacional do MPPM Será exibido o filme Muro de Ferro do realizador palestino Mohammed Alatar que foca

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  • Debate: Em luta pela mudança!
    MPPM Outros Documentos Galeria Fotografias Filmes Música Iniciativas Sessões Públicas Seminários Conferências Jornadas Solidariedade Liberdade para Gaza Campanha BDS Concurso Escolar A Questão Palestina História da Palestina Cultura Palestina Ocupação Israelita Guerras e Agressões Refugiados e Deslocados Direitos Humanos Processos

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  • A Cultura Palestina em Torres Novas
    tema escolhido pelo Cineclube de Torres Novas para preencher em colaboração com o MPPM uma das suas Noites de Leitura Poesia e Música No dia 28 de Maio a partir das 21 30 horas na Biblioteca Municipal Gustavo de Bivar Pinto Lopes em Torres Novas houve vídeos conversas e poesia tendo a Palestina como tema central Abriu a sessão Nuno Guedelha do Cine Clube de Torres Novas seguindo se uma

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  • Palestina: Diálogo com Jornalistas na ESCS
    de que é vítima por ser uma informação que normalmente está afastada dos órgãos de comunicação que só despertam quando há erupções de violência Citou alguns exemplos uma vasta área de uma aldeia palestina foi confiscada para o alargamento de dois colonatos uma criança morreu enquanto aguardava transporte para um hospital tornando se na 337ª vítima da burocracia que Israel impõe ao povo sitiado de Gaza para ter acesso a cuidados médicos no exterior ou o cancelamento pela polícia israelita de um Festival Cultural patrocinada pela Unesco e pelo British Council em Jerusalém Oriental A finalizar esquematizou a história recente da Palestina em torno de algumas datas chave Patrícia Fonseca também destacou a importância de relatar o quotidiano mas lamenta a dificuldade que o jornalista tem em tratar o tema porque já ninguém tem paciência para ouvir falar nisso Relatou as condições em que vive a população cercada de Gaza referindo a propósito a frustração de um alto funcionário das Nações Unidas que se lamentava de ter à sua disposição bens essenciais para Gaza mas que as autoridades israelitas não permitiam a sua entrada entre os artigos cuja entrada em Gaza está interdita incluem se alpista para pássaros e rações para animais Ilustrou a sua exposição com fotografias e um vídeo em que mostra o que resta da casa da família Samouni em Zeitoun depois do ataque israelita a Gaza em que foram mortos 33 membros da família E como é que o jornalista convive com estas cenas de dor Obviamente não fica indiferente mas tem que interiorizar que tem uma missão a cumprir que é informar e procura distanciar se do que vê José Manuel Rosendo também conta uma história das que não têm espaço nos dois minutos de noticiário de que pode dispor mas que ilustram perfeitamente a

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  • História e Cultura da Palestina em Vila Franca de Xira
    períodos da obra literária de Mahmud Darwich Paulo Rato ilustrou a intervenção de Júlio de Magalhães com a leitura dos poemas Bilhete de Identidade O Morto nº 18 Estrangeiro em Terra Distante A Terra É Estreita Para Nós O Mural excertos e À Minha Mãe José Manuel Goulão jornalista e escritor e membro da Comissão Executiva do MPPM situou a sua intervenção entre dois momentos históricos em 1922 a Palestina ficou sob Mandato Britânico até que os Palestinianos estivessem em condições de se governar recentemente em Washington Benjamin Netanyahu rejeita a possibilidade de criação de um Estado Palestiniano porque os palestinianos não estão em condições de se governar Entre um momento e outro ocorreu uma verdadeira limpeza ética na Palestina porque os Palestinianos não se sabem governar Abordou em seguida o fenómeno que diz ser muito ignorado da colonização por Israel dos territórios ocupados na sequência da Guerra dos Seis Dias em 1967 Gaza Cisjordânia e Jerusalém Oriental Recordou que as Convenções de Genebra estipulam que os territórios ocupados numa guerra não podem ser objecto de alterações demográficas por parte da potência ocupante Mas os colonatos que Israel tem vindo a construir nos territórios ocupados bem como todas as estruturas que os rodeiam com a destruição de casas e culturas inviabilizam o modo de vida das populações dos territórios ocupados promovendo a sua expulsão e substituição pelos colonos judeus Evocou de seguida o papel relevante que Yasser Arafat teve na unificação da resistência palestiniana e a forma como soube manter se independente das mais diversas influências até à sua morte em condições tornadas ainda mais suspeitas depois de vir a público o plano Dagan dos serviços secretos israelitas em que estava previsto o seu assassinato bem como uma série de outras ocorrências que se verificaram ao detalhe Os ataques ao

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  • Colóquio "A Palestina na Primeira Pessoa"
    que mais chocou José Manuel Rosendo naquilo que considera difícil classificar como uma guerra tal a desproporção de forças em confronto foi a satisfação a festa que alguns israelitas fizeram no momento em que assistiam aos bombardeamentos Embora compreendendo que as populações sentissem a necessidade de que alguma coisa fosse feita para parar o lançamento de rockets o que já não entendo confessa é a forma de expressar a satisfação e faziam no deliberadamente porque sabiam que estavam ali jornalistas havia festa havia palmas havia bandeiras havia cartazes enquanto os palestinianos estavam a morrer ali à frente a dois ou três quilómetros Considera que a despeito da acusação de que o Hamas teria aproveitado o período de tréguas para se reorganizar militarmente se alguém preparou realmente bem esta guerra foi o estado de Israel Estava tudo preparado ao pormenor Inclusivamente o esquema para entreter os jornalistas enquanto esperavam para poder entrar em Gaza Havia centros de imprensa havia oficiais de ligação havia conferências de imprensa havia listas enormes de contactos de pessoas que falavam português francês italiano russo alemão o que possam imaginar José Manuel Rosendo considera muito difícil encontrar uma solução sem a intervenção da comunidade internacional face ao ponto a que chegaram as coisas Isto significa que o estado de Israel conseguiu aplicar no terreno aquela que era a sua política de origem Recomenda a leitura do livro Conversas Íntimas com Ariel Sharon escrito por um jornalista que acompanhou o seu percurso político durante 40 ou 50 anos Está lá tudo a política toda do estado de Israel No entanto intercalado nos relatos de violência e dor há lugar a episódios de profunda humanidade como os relatados por Patrícia Fonseca Quando estava a entrevistar umas pessoas num dos campos cujas culturas tinham sido todas destruídas vê chegar uma senhora que lhe oferece um cesto de morangos provavelmente não tendo mais nada provavelmente passando fome mas tornando impossível recusar a oferta Ou aquele miúdo de uns 8 anos que lhe vem oferecer um café no caminho para Zeitun Ou ainda a expressão de felicidade das três mulheres a olhar para os seus bebés recém nascidos esquecendo já que tinham tido os trabalhos de parto sem assistência debaixo de bombardeamento Tudo isto leva Patrícia a reconhecer que o povo palestino mesmo nos momentos mais terríveis tem uma dignidade que só vi no povo de Timor José Manuel Rosendo por sua vez dá um testemunho de como mesmo em cenário de guerra há espaço para a ironia Um jovem mostra lhe a mensagem que circulava por telemóvel no dia 1 de Janeiro Olha o céu pela janela Os zanana cantam para ti Os F16 atiram te presentes Israel deseja te um bom Ano Novo Zanana é o nome que os palestinos dão aos aviões não tripulados utilizados por Israel Lumena Raposo recorda a primeira missa em Belém depois de a cidade ter sido libertada Maria do Céu Guerra relata o episódio do jovem que lhe serve de guia no regresso de

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  • Sessão na Marinha Grande
    no Médio Oriente com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande promoveu uma Sessão Pública de Informação e Esclarecimento sobre a Situação na Palestina no dia 19 de Setembro no Auditório do Museu do Vidro na Marinha Grande Desde que em 1948 em violação da Resolução 181 da ONU que previa a partilha em dois Estados Israel proclamou a independência em 78 do território forçando ao êxodo centenas de milhar de palestinos que este martirizado povo vem sofrendo a NAKBA a catástrofe para os povos árabes Em 1967 Israel ocupou o restante território Jerusalém Oriental Cisjordânia e Faixa de Gaza O final do século XX e o início deste século não trouxeram solução para o problema palestino os sucessivos processos de paz têm sido um fracasso proliferaram os colonatos israelitas na Cisjordânia e foi construído o muro da vergonha é recusado o direito de regresso dos refugiados organiza se o bloqueio a Gaza enquanto prosseguem as anexações em Jerusalém Oriental Perante isto a opinião pública portuguesa quer ser informada sobre o que se passa hoje realmente nos territórios ocupados da Palestina em Gaza na Cisjordânia e questiona se quanto ao que pode ser feito em defesa dos direitos do

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