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  • A Existência dos Palestinos Enquanto Povo Está Ameaçada
    suas preocupações e das aspirações e da sua contribuição para a construção da civilização humana Mas o Povo Palestino enfrenta desde há décadas uma guerra não apenas de bombas mas um ataque à sua própria existência como povo Foi decidido organizar esta Semana da Palestina no mês de Novembro porque neste mês se comemoram diversas datas que marcaram vários acontecimentos no passado e no presente do Povo Palestino Em 2 de Novembro de 1917 através da Declaração Balfour este diplomata propôs o território da Palestina que obviamente não lhe pertencia a Lord Rotschild para aí colocar judeus de todo o mundo em substituição dos habitantes palestinos em consequência do que foram estes objecto de uma limpeza étnica um autêntico genocídio que conduziu à Nakba a grande catástrofe de 1948 que obrigou mais de dois terços dos palestinos a abandonar as suas terras e passar a viver em campos de refugiados em situações desumanas Em 11 de Novembro de 2004 morreu o líder Yasser Arafat cuja kufia se tornou um símbolo da Palestina em todo o mundo e que foi um incansável lutador quer na frente de batalha quer nas difíceis negociações políticas que enfrentou ao longo da sua vida Arafat que morreu ao fim de dois anos de um cerco do exército israelita de Ariel Sharon à Muqqata as instalações da Autoridade Palestina em Ramallah que ficaram quase totalmente destruídas perante o silêncio da comunidade internacional Foi um crime que provocou a maior consternação no coração de todos os palestinos Em 15 de Novembro de 1988 numa reunião do Conselho Nacional Palestino realizada em Argel foi proclamada a Declaração de Independência da Palestina que cria um Estado independente e democrático com Jerusalém como capital assegurando o direito do povo palestino a viver na sua terra como todos os outros povos reconhecendo uma especial importância aos direitos da mulher e comprometendo se a respeitar os tratados da Liga Árabe das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem Em 29 de Novembro de 1947 foi aprovada a Resolução 181 das Nações Unidas cujos termos aliás nunca foram cumpridos e essa data passou a ser evocada anualmente como Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino A estabilidade da região nunca será possível sem que sejam reconhecidos os direitos legítimos do Povo Palestino Apesar dos constrangimentos impostos pelo ocupante mantém se viva a memória do povo palestino ainda que envolta pelo sofrimento mas demonstrando a capacidade de resistência e o sentimento de esperança Só o facto de se tratar de um povo magnífico permitiu que conservasse a sua identidade e deste povo saíram muitos poetas escritores artistas intelectuais cineastas e dramaturgos Nesta Semana da Palestina temos a satisfação de apresentar três personalidades palestinas que obtiveram reconhecimento em todo o mundo Edward Saïd filho de Jerusalém filólogo e ensaísta cuja naturalidade palestina não impediu a sua projecção internacional e que é autor de numerosas obras algumas polémicas como Orientalismo Cultura e Imperialismo Out of Place ou The Question of Palestine livro

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  • Palestina: Uma Situação que Envergonha a Humanidade
    de seis décadas de política oficial de violação do Direito Internacional incluindo a contínua expansão da ocupação colonial de territórios o desprezo pelos direitos humanos mais elementares dos palestinianos e a eternização da situação dos refugiados Tudo com a complacência cúmplice da comunidade internacional obediente ao mando do aliado poderoso do infractor Dez anos antes em 1937 Ben Gurion proclamava que o povo judeu sempre viu e continua a ver a Palestina como um todo como um só país que é historicamente seu e voltará a ser seu Nenhum judeu aceitará a partição como uma solução justa Soa a irredentismo fundamentalista Soa claro E no entanto é precisamente esse olhar fanático que tem sido lei naquele canto do mundo ao longo destes 61 anos Contra tudo incluindo o Direito Internacional e contra todos incluindo tantos judeus que fazem a simples decência parecer um acto de coragem cívica e a quem a sensatez é condenada como dissidência Sufocar Gaza arrasar a sede da Autoridade Palestiniana em Ramallah construir um novo muro da vergonha ou pura e simplesmente humilhar os palestinianos e negar lhes quaisquer possibilidades de vida normal dia após dia nos checkpoints são o avesso do Direito Internacional É nesse avesso que se vive na Palestina há seis décadas Quando o direito protege o fraco do forte não há direito sem mobilização que force a sua aplicação Os combatentes pelos direitos humanos e dos povos sabem que é assim Na Palestina esta verdade tem cada vez mais um significado Washington como tutor que tem sido há longo tempo deste conflito tem nas suas mãos uma responsabilidade fundamental para lhe pôr fim e fazer cumprir o Direito Internacional Esse é seguramente o maior dos testes a que estará internacionalmente sujeito o novo Presidente Barak Obama Na Palestina joga se muita da revelação do verdadeiro rosto da nova liderança americana Os pronunciamentos que o então candidato democrata entendeu fazer a este respeito ao longo da campanha eleitoral não trazem bons auspícios Agradar ao lobby judaico norte americano dá votos Mas as palavras de Obama ao American Israel Public Affairs Committee em Março foram demasiadamente expressivas para serem só de circunstância eleitoral Oxalá não venha a ser assim O certo de qualquer modo é que as condições que se vivem na Palestina não lhe permitirão nenhum estado de graça a este respeito O seu antecessor fez aquilo que melhor sabe acrescentar de modo patético crise à crise Annapolis não foi outra coisa senão um embuste Como se previa Com um Bush completamente desacreditado aos olhos da América e do mundo e um Olmert afogado em escândalos de corrupção só se desiludiu com o completo vazio de concretização de alterações quem quis criar ilusões a esse respeito E entretanto nos territórios nada mudou a mesma pressão insuportável as mesmas humilhações o mesmo arrogante desprezo pelo Direito Internacional Na iminência de uma nova liderança israelita o frenesim mediático promete agora pela enésima vez milagres abandono de colonatos ligação autónoma da Cisjordânia a Gaza tudo de

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  • A Situação dos Trabalhadores na Palestina
    de desemprego de 66 Um recenseamento recente indica que numa população de 3 8 milhões 45 são jovens com idades de 14 anos ou menos e que todos os anos 35 000 atingem a idade activa muitos deles com um nível de escolarização relativamente elevada fácil é entender a situação dramática que o desemprego significa na Palestina Cerca de 66 000 Palestinos trabalha m em Israel ou nos colonatos israelitas no entanto o emprego destes em Israel só é permitido a maiores de 35 anos e a idade mínima para trabalhar nas zonas industriais israelitas instaladas na Cisjordânia é de 25 anos As condições de trabalho são descritas no Relatório como difíceis arbitrárias e humilhantes Mesmo em casos de acidentes de trabalho a lei israelita não assegura a os trabalhadores Palestinos o acesso aos cuidados médicos necessários Quanto à liberdade de circulação dos trabalhadores as múltiplas restrições impostas pela potência ocupante tornam difícil se não impossível o acesso a certas zonas e contribuem para a depressão económica e do mercado de trabalho No início de 2008 estavam instalados cerca de 600 obstáculos à circulação nas estradas que a par da construção do Muro de separação Muro de Sharon dizemos nós e associado a um complexo sistema de autorizações afecta todos os aspectos da vida dos trabalhadores e das suas famílias residência deslocações emprego reagrupamento familiar Longas horas de espera nos postos de controlo das forças armadas de Israel fazem parte do quotidiano da maioria dos Palestinos na Cisjordânia que está cada vez mais fragmentada em zonas isoladas e inviáveis de um ponto de vista económico separadas por postos de controlo e estradas reservadas somente aos colonos judeus Os palestinos com 16 anos ou menos que vivam na chamada zona tampão precisam de autorização de longa duração ou de residência permanente para poderem continuar a viver nas suas próprias casas Os agricultores que viv e m na zona leste do Muro têm necessidade de uma autorização de visitantes para terem acesso às suas terras situadas na dita zona charneira passando por pontos previamente estabelecidos pelos ocupantes Nenhuma viatura é autorizada a passar por estes pontos de acesso e as restrições à passagem de equipamento agrícola ou factores de produção sementes adubos etc são enormes Em contrapartida os colonatos israelitas instalados nos territórios árabes ocupados utilizam a seu bel prazer recursos essenciais tais como a terra ou a água um bem cada vez mais precioso ou terrenos para instalações industriais que são negados aos Palestinos Tal situação leva a que empresas e mão de obra palestina estejam subaproveitadas quando não inactivas Em Novembro de 2007 a taxa de pobreza extrema era de 40 em Gaza e 19 na Cisjordânia Cerca de metade das famílias palestinas dependem da ajuda alimentar da comunidade internacional sendo que em Gaza esta taxa se eleva para 80 por cento O aumento do preço dos cereais e dos combustíveis a nível mundial teve um impacto profundamente negativo na Palestina onde o poder de compra dos salários tem vindo

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  • Um Erro Nunca É Corrigido pela Adição de Outro Erro
    a vitória de Israel e a conquista do Sinai da Faixa de Gaza da Cisjordânia das Colinas de Golã na Síria e da zona oriental de Jerusalém que é imediatamente anexada ao Estado israelense 11 A acção palestina contra Israel intensifica se a partir da eleição para a presidência da OLP em 1969 de Yasser Arafat chefe da organização guerrilheira Al Fatah Em represália a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano onde a OLP mantém bases militares 12 A 6 de Outubro de 1973 rebenta uma nova guerra É no dia do feriado judaico de Yom Kipur Dia do Perdão Num ataque surpresa tropas do Egipto e da Síria avançam no Sinai e em Golã Dias depois são repelidas 13 Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra ofensiva Os árabes descobrem no petróleo uma arma de guerra usando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPEP boicotam o fornecimento aos países que apoiam Israel e provocam o pânico mundial com o aumento do preço dos seus derivados 14 Em Maio de 1977 a coligação liderada pelo LIKUD Partido Conservador ganha as eleições em Israel depois de três décadas de hegemonia trabalhista O novo primeiro ministro Menachem BEGIN estimula a instalação de colonos israelenses nos territórios árabes ocupados durante a Guerra dos Seis Dias 15 Em Novembro de 1977 o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém o que é visto como tácito reconhecimento do Estado de Israel A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David nos EUA 1978 1979 assinados por Begin e Sadat com a mediação do presidente norte americano Jimmy Carter 16 Em 1982 Israel inicia a retirada do Sinai que é devolvido ao Egipto O mundo árabe repudia os acordos de Camp David e expulsa o Egipto da Liga Árabe 17 A 6 de Junho de 1982 o exército israelense invade o Líbano obrigando os combatentes palestinos a abandonar o país 18 Em Setembro 1982 acontecem os massacres de Sabra e Chatila entre 700 e 2000 civis palestinos e árabes estimativas incertas são massacrados nos arredores de Beirute pelas milícias cristãs enquanto as tropas israelenses cercam os campos 19 Em 1985 o exército israelense abandona o Líbano com excepção de 12 km a sul do país 20 A 9 de Dezembro de 1987 desencadeia se a Primeira Intifada revolta popular vasto levantamento que atingirá toda a sociedade palestina na Cisjordânia e em Gaza 21 A 30 de Julho de 1988 o rei Hussein da Jordânia renuncia oficialmente à reivindicação da margem ocidental do rio Jordão Em Novembro a OLP proclama o nascimento do Estado da Palestina com Jerusalém por capital na base da Resolução 181 da ONU de 1947 Desta maneira a OLP reconhece implicitamente o Estado de Israel No entanto nasce o Hamas movimento islamita que defende a destruição de Israel 22 Na Primavera de 1993 começam as negociações oficiais paralelas conduzidas por universitários israelenses e palestinos que conduzirão aos acordos de Oslo 23

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  • Inundação
    Palestina Cultura Palestina Ocupação Israelita Guerras e Agressões Refugiados e Deslocados Direitos Humanos Processos de Paz Docs de Referência About Us Statute Organization News Home Jornadas Solidariedade Inundação INUNDAÇÃO José Saramago Venho da Casa do Alentejo onde participei numa sessão de solidariedade com a luta do povo palestino pela sua plena soberania contra as arbitrariedades e os crimes de que Israel é responsável Deixei lá uma sugestão que a partir de 20 de Janeiro data da tomada de posse de Barack Obama a Casa Branca seja inundada de mensagens de apoio ao povo palestino e em que se exija uma rápida solução do conflito Se Barack Obama quer libertar o seu país da infâmia do racismo faça o também em Israel Desde há sessenta anos que o povo palestino vem sendo friamente martirizado com a cumplicidade tácita ou activa da comunidade internacional É tempo de acabar com isto José Saramago fez de improviso a intervenção de encerramento na Sessão Pública de Solidariedade com o Povo Palestino em Luta por uma Independência Soberana e uma Paz justa organizada pelo MPPM em 18 de Novembro de 2008 na Casa do Alentejo em Lisboa Lamentavelmente não possuímos registo dessa intervenção Como testemunho transcrevemos

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  • Semana da Palestina
    só o estado judaico foi constituído Por isso em 1977 volvidos 30 anos profundamente preocupada por não ter sido alcançada nenhuma solução para o problema da Palestina e por este continuar a agravar o c onflito no Médio Oriente de que é o cerne e a pôr em perigo a paz e a segurança internacionais a Assembleia Geral da ONU adoptou a resolução 32 40 B em que proclama 29 de Novembro como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino convidando todos os Governos e organizações a cooperar na implementação da presente resolução O MPPM Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente em resposta a este apelo da Assembleia Geral das Nações Unidas realizou entre 18 e 25 de Novembro um conjunto de iniciativas integradas numa SEMANA DA PALESTINA destinadas não só a exprimir a solidariedade do povo português para com o povo palestino mas também a divulgar a rica cultura deste povo mártir que há 60 anos luta pela retoma da pátria de que foi espoliado Assim em 18 de Novembro realizou se na casa do Alentejo em Lisboa uma Sessão Pública de Solidariedade com o Povo Palestino em Luta por uma Independência Soberana e uma Paz Justa Com presidência de José Neves Vice Presidente do MPPM intervieram José Saramago Prémio Nobel de Literatura e Presidente da A G do MPPM Embaixadora Randa Nabulsi Delegada Geral da Palestina José Manuel Pureza Professor Universitário e membro da Direcção Nacional do MPPM Carlos Carvalho Dirigente Sindical e Vice Presidente do MPPM e Frei Bento Domingue s Dominicano e também Vice Presidente do MPPM No dia 21 de Novembro teve lugar no Grupo Sportivo Adicense em Lisboa um Jantar com Sabores da Palestina que foi antecedido da exibição de um documentário sobre a obra do

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  • Moção de Solidariedade com o Povo da Palestina
    Referência About Us Statute Organization News Home Jornadas Solidariedade Moção de Solidariedade com o Povo da Palestina MOÇÃO Os participantes na Sessão Pública promovida pelo MPPM Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente em Lisboa em 18 de Novembro de 2008 para assinalar o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina proclamado pelas Nações Unidas Considerando que a Resolução 181 da ONU de 29 de Novembro de 1947 cujo 61º aniversário se evoca e que estabelecia a partilha da Palestina em dois Estados um árabe e um judaico nunca foi cumprida em relação ao Estado árabe o Estado de Israel beneficiando do apoio das grandes potências ocidentais nomeadamente dos Estados Unidos da América através de guerras mortíferas e de acções terroristas da anexação de terras e do estabelecimento de colonatos tem impedido ao longo de décadas a criação de um Estado Palestino independente está cada vez mais ameaçada a sobrevivência dos Palestinos enquanto Povo após o fracasso dos sucessivos processos de paz Apelam ao Presidente da República à Assembleia da República ao Governo aos partidos políticos às autarquias às organizações sindicais às associações cívicas culturais e religiosas e a todos quantos se preocupam

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  • Com um Prato de Hummus...
    Mais recentemente argumentaram que quem ganhou as eleições na Palestina o Hamas não é uma força democrática mas que foi eleita em eleições que eles próprios provocaram e incentivaram Antes do Hamas estava no governo a Fatah e a situação foi idêntica Negociações negociações sem soluções São utilizados também os argumentos dos ataques suicidas que também condenamos mas não nos podemos deixar afastar do aspecto fundamental que levam a estes actos de desespero não podemos afastar nos de que o principal responsável de tudo isto é Israel que pratica o terrorismo de estado com um exército dos melhores do mundo detentor de armas nucleares pese embora a derrota da guerra que lhes foi infringida no Líbano em 2006 Caros amigos É natural que alguns perguntem porquê um movimento em Portugal de apoio a causa do povo palestino O MPPM surge porque está ameaçada a sobrevivência dos palestinos enquanto povo A fundação do MPPM surge quando em 2004 começou a construir se o muro de Sharon O muro com 670 km originou a criação de uma espécie de guetos ou bantustões de triste memória sem acesso natural aos que foram os seus vizinhos e familiares de sempre e até mesmo dos terrenos que cultivavam A construção do muro de um novo apartheid teve uma expressiva sentença condenatória do tribunal internacional de Haia em 2004 com a decisão aprovada por 14 votos contra um do juiz norte americano Unimo nos no MPPM pessoas de diferentes opiniões políticas e religiosas na continuidade de múltiplas iniciativas de solidariedade com o povo palestino que tiveram lugar no nosso país para congregar esforços na consolidação de uma estrutura organizativa consagrada a questão da Palestina Fazemo lo para como movimento específico dar mais força à divulgação da situação na Palestina e apelar aos órgãos de soberania em Portugal para que tenham uma atitude consentânea com a Constituição portuguesa com as decisões das Nações Unidas O MPPM surge para combater e denunciar essas campanhas de manipulação da opinião pública sem precedentes cada vez mais sofisticadas A verdade é que utilizam e manipulam através dos media uma sistemática campanha contra a verdade inquestionável dos factos e reconhecida pelas Nações Unidas no imediato após a ocupação dos judeus dos territórios palestinos em 1948 há 61 anos o direito à criação de um Estado palestino Nesta campanha de diversão chegámos a ouvir recentemente o ridículo da afirmação de Bush dizendo que até ao final do ano a Palestina seria independente O que Bush quereria dizer mas por outras palavras era que pretendia impor um Estado palestino falhado à partida sem soberania assente em alguns enclaves isolados e cercados O MPPM surge assim porque não nos resignamos e não esquecemos que tudo que o mundo progressista conseguiu para a humanidade foi através da luta solidária dos povos A descolonização mundial a independência da África do Sul e a forma como foi alcançada o exemplo de Timor contra a poderosíssima Indonésia entre muitas outras Não podemos deixar no esquecimento este assunto cuja resolução

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