archive-org.com » ORG » M » MPPM-PALESTINA.ORG

Total: 440

Choose link from "Titles, links and description words view":

Or switch to "Titles and links view".
  • MPPM assinala 65 anos de Nakba
    com sessão pública evocativa Assinala se no próximo dia 15 de Maio o 65º aniversário da Nakba que em árabe quer dizer Catástrofe e que marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino perseguido massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes judeus A independência do Estado de Israel proclamada unilateralmente em 14 de Maio de 1948 significou para os palestinos o início da devastação da sua sociedade a eclosão de um drama individual e colectivo que perdura até aos nossos dias Repartido o seu território pelo novel Estado judaico na parte consagrada pela Resolução 181 das Nações Unidas de 29 de Novembro de 1947 pelo reino da Jordânia a Cisjordânia e pelo Egipto a Faixa de Gaza os palestinos tornaram se exilados na sua própria pátria com a maioria das terras confiscadas e os direitos cívicos reduzidos ou eliminados A Catástrofe do Povo Palestino dura há demasiado tempo e prolonga se por várias gerações Existem milhões de refugiados espalhados um pouco por todo o mundo É a hora do mundo reflectir finalmente sobre o drama deste Povo O MPPM assinala o 65º aniversário da Nakba com um Sessão Pública Evocativa a realizar no próximo

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/ocupacao-israelita/341-mppm-assinala-65-anos-de-nakba (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • A Propósito do Dia da Terra Palestina
    simboliza a luta do povo palestino pelo direito aos seus lares às suas terras de cultivo à sua Pátria 2 A ocupação de terras palestinas com a expulsão dos seus habitantes não começou nem terminou em 1976 A limpeza étnica tem sido desde o início um aspecto central da criação do Estado sionista tendo se registado desde a assinatura dos acordos de Oslo uma agudização dramática Trata se duma questão da maior actualidade numa altura que o governo de Israel intensifica a construção de novos colonatos nos territórios palestinos ocupados em violação do Direito Internacional e dos próprios acordos que havia assinado Há poucas semanas as autoridades israelitas anunciaram planos para construir três mil novos edifícios habitacionais em Jerusalém Leste cercando praticamente a capital dum futuro Estado palestino E é desta semana o início da construção de 114 novos edifícios habitacionais para colonos em Belém A decisão do governo israelita de relançar o processo de construção de colonatos foi a machadada final nos já de si moribundos e inconclusivos processos negociais dos últimos anos 3 A contínua ocupação israelita de terra palestina está a modificar a realidade no terreno As expressões territórios ocupados e fronteiras de 1967 referem se a apenas 22 do território histórico da Palestina Mas as autoridades sionistas com o permanente apoio activo dos Estados Unidos da América reiterado na visita recente de Barack Obama a Israel estão a criar factos consumados que tornam inviável a construção de qualquer Estado palestino mesmo apenas nessa parte menor da Palestina Ao mais de meio milhão de israelitas que vivem nos colonatos dos territórios ocupados junta se o retalhamento da Margem Ocidental pelo Muro do apartheid pelas estradas exclusivamente reservadas a colonos pelos terrenos sob controlo directo de Israel bem como pelo cerco à faixa de Gaza A ocupação física

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/ocupacao-israelita/339-a-proposito-do-dia-da-terra-palestina (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • Relatório da ONU sobre colonatos responsabiliza Israel por graves violações dos direitos dos palestinos
    do relatório Leia a tradução portuguesa não oficial das Conclusões e Recomendações O relatório afirma que uma multiplicidade de direitos humanos dos palestinos são violados de várias formas e maneiras devido à existência dos colonatos Essas violações estão todas inter relacionadas formando um padrão global de violações que se caracterizam principalmente pela negação do direito à autodeterminação e discriminação sistemática contra o povo palestino que ocorrem numa base diária Desde 1967 os governos israelitas têm abertamente dirigido participado directamente e assumido pleno controlo do planeamento construção desenvolvimento consolidação e encorajamento dos colonatos Em conformidade com o artigo 49 da Quarta Convenção de Genebra Israel deve interromper todas as actividades dos colonatos sem condições prévias disse Christine Chanet presidente da Missão advogada e juíza francesa e membro da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas na apresentação do relatório O relatório afirma que os colonatos são estabelecidos e desenvolvidos para o exclusivo benefício dos judeus israelitas Os colonatos são mantidos e desenvolvidos através de um sistema de segregação total entre os colonos e o resto da população no Território Palestino Ocupado Este sistema de segregação é suportado e facilitado por um rigoroso controlo policial e militar em detrimento dos direitos da população palestina Pedimos hoje ao governo de Israel que assegure a plena responsabilização por todas violações que ponha fim à política de impunidade e que garanta justiça para todas as vítimas disse Asma Jahangir outro membro da Missão presidente da Ordem dos Advogados do Paquistão O relatório afirma que Israel está a cometer graves violações das suas obrigações à luz do direito à autodeterminação do direito humanitária O relatório também conclui que o Estatuto de Roma estabelece a jurisdição do Tribunal Penal Internacional sobre a transferência de populações no Território Palestino Ocupado A magnitude das violações relacionadas com as políticas

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/ocupacao-israelita/329-relatorio-da-onu-sobre-colonatos-responsabiliza-israel-por-graves-violacoes-dos-direitos-dos-palestinos- (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • A Guerra dos Seis Dias
    israelita o Conselho de Segurança das Nações Unidas adoptou por unanimidade em 22 de Novembro de 1967 a Resolução 242 utilizando de entre 5 versões o texto redigido pelo embaixador britânico Lord Caradon A Resolução 242 expressa a preocupação pela grave situação no Médio Oriente e salienta a inadmissibilidade da aquisição de territórios pela guerra e a necessidade de trabalhar para uma paz justa e duradoura em que todos os Estados da região possam viver em segurança Realça ainda que todos os Estados membros de acordo com a sua aceitação da Carta das Nações Unidas se comprometeram a agir de acordo com o artigo 2º da dita Carta São quatro os pontos desta Resolução 1 Afirma que o cumprimento dos princípios da Carta exige o estabelecimento de uma paz justa e duradoura no Médio Oriente que deverá incluir a aplicação dos seguintes princípios i Retirada das forças armadas de Israel dos territórios ocupados no recente conflito ii Fim de todas as reivindicações ou situações de beligerância e respeito e reconhecimento da soberania integridade territorial e independência política de todos os Estados da região e do seu direito a viver em paz dentro de fronteiras seguras e reconhecidas e livres de ameaças ou actos de força 2 Afirma ainda a necessidade a Da garantia da liberdade de navegação nas águas internacionais da região b Da obtenção de uma solução justa para o problema dos refugiados c Da garantia da inviolabilidade territorial e da independência política de todos os Estados da região através de medidas que incluam o estabelecimento de zonas desmilitarizadas 3 Solicita ao Secretário Geral a designação de um Representante Especial que siga para o Médio Oriente a fim de estabelecer e manter contactos com os Estados interessados com vista a promover o acordo e a ajudar nos esforços para obter uma solução pacífica e aceite conforme as disposições e princípios desta resolução 4 Solicita ao Secretário Geral que informe o Conselho de Segurança tão breve quanto possível sobre os progressos dos esforços do Representante Especial A Resolução foi inicialmente aceite pelo Egipto pela Jordânia e por Israel mas não pela Organização de Libertação da Palestina OLP fundada em 1964 mas que só em 1974 foi reconhecida internacionalmente como única e oficial representante do povo palestino uma vez que reduzia a Questão da Palestina a um problema de refugiados As negociações com o Egipto começaram ainda antes de Israel ter retirado do Sinai e terminaram sem que fosse devolvido ao Egipto o controle sobre a Faixa de Gaza que mantivera até 1967 Também a Jordânia nunca recuperou o controlo da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental que assegurara até àquela data A Síria não aceitou a Resolução já que esta previa a retirada das forças militares de Israel que nunca devolveu os Montes Golan O problema da retirada tem estado curiosamente associado a uma questão de tradução A proposta redigida em inglês por Lord Caradon e que foi adoptada como Resolução menciona possivelmente de propósito Withdrawal from territories e não from

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/ocupacao-israelita/90-a-guerra-dos-seis-dias (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • Nakba - Mais de Seis Décadas de Limpeza Étnica na Palestina
    em que as suas vidas foram dramática e irreversivelmente alteradas A data chave de 1948 assinala o desaparecimento de um País e de um Povo dos dicionários e dos mapas como se nunca tivessem existido Daí em diante os palestinos passaram a ser chamados refugiados ou a pequena minoria que escapou à expulsão generalizada do Estado de Israel árabes israelitas A limpeza étnica da Palestina tem verdadeiramente início ainda antes da criação do Estado de Israel na sequência do movimento sionista impulsionado por Theodor Herzl e é estimulada pela célebre Declaração Balfour de 1917 que previa a criação de um lar nacional para o povo judeu na Palestina A derrota do Império Otomano de que a Palestina fazia parte no fim da Primeira Guerra Mundial e a passagem do território para mandato britânico em 1922 vieram facilitar as ambições do sionismo internacional A progressiva imigração judaica na Palestina incrementada com as perseguições nazis começa a ocupar estrategicamente o espaço onde pretende implantar o seu Estado E não hesita em constituir grupos armados como o Haganah o Irgun e o Lehi ou Stern Gang que não só atacam os palestinos como os próprios ingleses O Lehi assassinou em 1944 o ministro de Estado para o Médio Oriente Lord Moyne e o Irgun fez explodir em 1946 o Hotel King David em Jerusalém onde estava instalado o quartel general britânico provocando cerca de 100 mortos Já em 1948 a 17 de Setembro depois da independência o Lehi assassinou em Jerusalém o Conde Bernadotte presidente da Cruz Vermelha Sueca que actuava como mediador das Nações Unidas para resolver problemas originados pela partilha do território Os ataques contra os palestinos numa programada operação de limpeza étnica conforme atestam os próprios documentos dos arquivos israelitas sucederam se sendo um dos mais cruéis o que destruiu

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/ocupacao-israelita/66-nakba-seis-decadas-limpeza-etnica (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • MPPM condena agressão militar contra Síria
    numa catástrofe de enormes proporções representaria na linha dos ataques já lançados por Israel sobre território sírio uma flagrante e inaceitável violação do Direito Internacional e da Carta da ONU para mais se levada a cabo à margem do Conselho de Segurança da ONU É urgente travar o inaceitável derramamento de sangue na Síria Mas este objectivo exige a cessação imediata das ingerências e apoios externos à militarização do conflito e o início dum processo negocial sem condições prévias envolvendo todas as partes sírias e sob os auspícios da ONU como a prometida mas nunca concretizada Conferência de Genebra Qualquer intervenção militar aberta dos EUA na sequência da declaração de Obama no dia 31 de Agosto último ou de outras potências no conflito apenas poderá multiplicar o sofrimento a destruição a morte e a divisão da Síria com consequências terríveis para as numerosas comunidades e para todo o povo desse país Esta constatação é por demais evidente na situação actual de países como o Iraque o Afeganistão ou a Líbia que foram vítimas de recentes intervenções e ocupações militares por parte dos EUA e da NATO O MPPM é por princípio contra a utilização de armas de destruição em massa seja quem forem os seus autores Mas são sobejamente conhecidos os exemplos recentes de mentiras e falsificações de acusações deste tipo para tentar justificar intervenções militares na região Não é tolerável que semelhantes acusações possam ser de novo invocadas como pretexto para desencadear uma guerra Tanto mais quando tais acusações partem de países que já por diversas vezes utilizaram armas químicas e nucleares contra populações civis O MPPM saúda todas as organizações e movimentos populares que por toda a parte se estão manifestando e erguendo a sua voz contra uma nova aventura militar no Médio Oriente Um forte movimento contra

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/guerras-e-agressoes/353-mppm-condena-agressao-militar-contra-siria (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • Ataque de Israel contra Síria é acto de guerra intolerável
    Damasco que segundo algumas fontes terá envolvido a utilização de armas com urânio empobrecido é um intolerável acto de guerra e uma violação descarada da soberania de um Estado que desde há décadas tem parte do seu território os Montes Golã ilegalmente ocupada por Israel Israel revela se uma vez mais uma perigosa fonte de guerra e de agressão contra todos os países do Médio Oriente 2 O MPPM exprime a sua condenação frontal da escalada militar israelita que não tem qualquer possível justificação É imperativo que o Governo Português condene frontalmente e em todas as sedes esta grosseira violação da legalidade internacional Não é aceitável a impunidade de que Israel continua a gozar por parte dos EUA e de muitas potências europeias É urgente pôr fim a toda e qualquer ingerência externa no conflito sírio ingerências que apenas agravam o já de si terrível drama do povo sírio 3 O MPPM alerta todos os portugueses para a gravidade do que se está a passar no Médio Oriente A promoção deliberada do terrorismo fundamentalista e dos ódios sectários está ao serviço de apetites hegemónicos e de dominação sobre os enormes recursos energéticos da região A impunidade belicista de Israel ameaça incendiar toda a região e desencadear conflitos que podem rapidamente ultrapassar as fronteiras do Médio Oriente O que está em causa não é apenas a paz regional 4 O ataque contra a Síria coincide com uma série de acções repressivas e provocatórias de Israel contra palestinos a detenção de dezenas de pessoas na Margem Ocidental entre os quais o Grande Mufti de Jerusalém uma provocação de colonos israelitas na mesquita de Al Aqsa novas incursões de Israel na Faixa de Gaza novas demolições de casas palestinas em Jericó Está também em marcha um plano para destruir dezenas de aldeias de

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/guerras-e-agressoes/342-ataque-de-israel-contra-siria-e-acto-de-guerra-intoleravel (2016-04-25)
    Open archived version from archive

  • Defender a paz e a soberania dos povos do Médio Oriente
    longo das últimas décadas culminando em diversas intervenções e brutais agressões directas como sucedeu no Iraque no Afeganistão no Líbano na Líbia e na Palestina bem como na desestabilização interna como sucede presentemente na Síria e bem assim as chantagens e pressões externas como vêm acontecendo igualmente na Síria e também no Irão não serão uma sucessão de coincidências fortuitas antes configuram um plano geral por parte dos Estados Unidos da América e seus aliados ocidentais visando o controlo e saque dos ricos recursos minerais existentes na região para o qual procuram a qualquer preço suprimir toda e qualquer oposição aquilo a que nos círculos de poder político económico dos EUA se denomina o plano para o Grande Médio Oriente Para legitimar estas agressões e ocupações recorrendo se para tal a um poderoso aparelho mediático falou se de Armas de Destruição Massiva combate ao terrorismo ou defesa dos direitos humanos e da democracia No entanto armas de destruição massiva têm sim as forças ocupantes que nunca se coibiram de as utilizar sobre a população civil como sucedeu em Faluja ou em Gaza Terrorista é quem sob falsos pretextos massacra indiscriminadamente populações civis destrói infra estruturas sociais agrava tensões étnicas e religiosas provoca impressionantes vagas de refugiados não se coibindo para cumprir os seus tenebrosos objectivos de apoiar e se sustentar em forças fundamentalistas como sucedeu na Líbia e como sucede hoje na Síria Em todo este processo que não só não está terminado como conhece hoje dramáticos desenvolvimentos os sucessivos governos portugueses estiveram sempre do lado da ocupação contra a soberania do lado da guerra contra a paz Foi assim quando em 2003 sendo então o governo português dirigido pelo actual presidente da Comissão Europeia Durão Barroso Portugal cedeu território nacional para a cimeira que decidiu a agressão e destruição

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/guerras-e-agressoes/336-defender-a-paz-e-a-soberania-dos-povos-do-medio-oriente (2016-04-25)
    Open archived version from archive



  •