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  • Ataque de Israel contra Síria aumenta perigo de guerra
    acto de agressão contra um país soberano e uma violação grosseira da legalidade internacional que tem de ser claramente condenado pelo governo português 2 O ataque israelita contra o centro de investigação militar de Jamraya representa ainda uma perigosa escalada no envolvimento externo no conflito sírio que ameaça atear o fogo da guerra em todo o Médio Oriente num contexto já marcado pela instalação dos mísseis Patriot da NATO em território turco e pelas permanentes ameaças de ataque contra o Irão 3 O MPPM recorda que Israel ocupa desde há 46 anos os Montes Golã sírios como resultado duma agressão militar e em violação de numerosas resoluções da ONU Trata se duma situação intolerável a que urge pôr fim imediato 4 O ataque militar contra a Síria no rescaldo do ataque a Gaza de há poucas semanas e das sucessivas violações do respectivo acordo de cessar fogo confirma mais uma vez que Israel é um foco permanente de guerra agressão e ocupação não apenas contra o povo palestino mas contra todos os povos da região O ataque ilustra ainda que a situação na Síria está a ser aproveitada por potências estrangeiras para desenvolver os seus desígnios de ingerência e controlo

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/guerras-e-agressoes/354-ataque-de-israel-contra-siria-aumenta-perigo-de-guerra (2016-04-25)
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  • Trigésimo aniversário do massacre de Sabra e Shatila
    Líbano e ocuparam a capital Beirute Os ocupantes lançaram milícias libanesas contra os campos de refugiados palestinos e em Sabra e Shatila muitas centenas possivelmente milhares de palestinos em grande parte mulheres e crianças foram massacrados de forma selvagem Em 16 de Dezembro desse mesmo ano de 1982 a Assembleia Geral da ONU classificou os massacres sem votos contrários como um ato de genocídio Todos os responsáveis pelo massacre permanecem impunes incluindo Ariel Sharon então Ministro da Defesa de Israel e supremo comandante militar da invasão do Líbano e que viria mais tarde a tornar se Primeiro Ministro de Israel O massacre de Sabra e Shatila é um momento particularmente hediondo numa longa série de crimes que tem marcado a história do Estado de Israel desde a sua criação até aos nossos dias Ainda no início deste mês de setembro de 2012 Israel bombardeou repetidamente a Faixa de Gaza provocando mortos e feridos entre a população civil De acordo com o mais recente Relatório Anual 2011 do Centro Palestino para os Direitos Humanos PCHR desde o início da segunda Intifada em setembro de 2000 até ao final de 2011 as forças armadas israelitas mataram 6 721 pessoas nos territórios ocupados das quais 1 258 24 3 menores O número de feridos ascendeu a 19 728 dos quais 6 073 30 8 menores No trigésimo aniversário do bárbaro massacre de Sabra e Shatila o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente MPPM Condena os permanentes crimes da ocupação israelita bem como o silêncio que os rodeia em particular o silêncio do governo português Apela ao reforço da solidariedade dos portugueses para com a causa da libertação do povo palestino e exige que sejam cumpridas as muitas promessas e resoluções da ONU que nunca ao longo de

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  • Refugiados palestinos: uma mancha vergonhosa na consciência do mundo
    em 7 9 milhões o número de palestinos deslocados sendo 7 25 milhões refugiados e os restantes deslocados internamente Os deslocados internos são palestinos que tiveram que abandonar as suas casas para escapar a ameaças à sua vida mas transpuseram fronteiras reconhecidas internacionalmente Estão portanto nos territórios palestinos ocupados mas fora do seu local de residência O maior grupo de refugiados que de acordo com o direito internacional inclui os seus descendentes directos resultou da Nakba Estima se em 6 1 milhões o número de palestinos e seus descendentes que foi forçado a abandonar a sua terra entre 1948 e 1949 Uma segunda vaga de refugiados estimada em 1 1 milhões foi gerada pela guerra de 1967 Os restantes resultaram das diversas agressões sionistas A deslocação forçada da população palestina não se confina no entanto aos dois períodos citados ela decorre da aplicação permanente de uma política de limpeza étnica praticada pelo Estado de Israel não só através de operações militares como através da negação de direito de residência do regime discricionário de autorizações administrativas da confiscação de terras da segregação e discriminação da negação de acesso a recursos naturais e serviços da negação do direito ao regresso de prisões

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  • Rossio #6: o papel da arte nos campos de refugiados palestinos
    palestino A esperança do regresso às casas e terras de que foram expulsos em consequência da criação do estado de Israel e das sucessivas guerras que lhes foram impostas passa imorredoura de geração em geração Contam para isso com a força da solidariedade dos povos de todo o mundo para que levem a comunidade internacional a assumir as suas responsabilidades históricas viabilizando a constituição do Estado Palestino livre e com uma solução justa para a questão dos refugiados dando cabal cumprimento às sucessivas resoluções da Nações Unidas e respeitando o direito internacional e o direito internacional humanitário O programa abre com a exibição do documentário Das Pedras à Liberdade com montagem e edição de Paulo Vargues A Barraca que ilustra o trabalho do Freedom Theatre um projecto cultural localizado no campo de refugiados de Jenin na Palestina Ocupada que visa a formação de elementos da comunidade utilizando as artes como motor da mudança social Micaela Miranda uma actriz portuguesa que é professora no Feedom Theatre irá contextualizar o seu trabalho na situação dos habitantes do campo de refugiados ilustrando a intervenção com fotografias obtidas por si e por jovens refugiados O debate final será moderado pela APORDOC e os intervenientes serão Hélder Costa A Barraca Micaela Miranda Freedom Theatre e Carlos Almeida MPPM A Apordoc Associação pelo Documentário é uma associação cultural sem fins lucrativos Fundada em 1998 o seu objectivo é estimular e promover uma cultura do documentário A Associação pretende ser um espaço de encontro e discussão permanente para todos os interessados no documentário No momento actual a Apordoc tem procurado implantar se na cidade de Lisboa e no restante território nacional de forma profunda e perene em particular na área de programação de documentário e de projectos de literacia visual Pretende se assim cultivar e afirmar no espaço público outras frentes de trabalho e de relação com a sociedade portuguesa e com parceiros internacionais para além dos eventos concentrados em poucos dias como o DocLisboa e que têm sido as principais marcas da Apordoc nos seus anos de existência O MPPM é uma Organização Não Governamental democrática e apartidária de solidariedade internacional acreditada pelo Comité das Nações Unidas para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino Deliberação de 17 09 2009 que visa promover no plano da opinião pública em conformidade com as resoluções das Nações Unidas o apoio à criação nos territórios da Palestina ocupados por Israel desde 1967 de um Estado da Palestina independente e soberano com uma solução justa para a questão de Jerusalém e para a questão dos refugiados palestinos bem como o apoio ao estabelecimento de uma paz global e duradoura no Médio Oriente No quadro dos seus objectivos procura mobilizar a opinião pública para uma efectiva solidariedade moral política cultural material e humanitária com os povos que no Médio Oriente são afectados na sua segurança e dignidade e nos seus inalienáveis direitos à autodeterminação à independência nacional à democracia e à paz desenvolvendo relações de colaboração e de diálogo com

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/refugiados-e-edeslocados/385-rossio-6-o-papel-da-arte-nos-campos-de-refugiados-palestinos (2016-04-25)
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  • Questão palestina - Refugiados
    Documentos Galeria Fotografias Filmes Música Iniciativas Sessões Públicas Seminários Conferências Jornadas Solidariedade Liberdade para Gaza Campanha BDS Concurso Escolar A Questão Palestina História da Palestina Cultura Palestina Ocupação Israelita Guerras e Agressões Refugiados e Deslocados Direitos Humanos Processos de Paz

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  • Pilhagem dos recursos hídricos da Palestina por Israel
    News Home Direitos Humanos Pilhagem dos recursos hídricos da Palestina por Israel No Dia Mundial da Água denunciamos a pilhagem por Israel dos recursos hídricos da Palestina A 22 de Março celebra se o Dia Mundial da Água definido pela ONU através da resolução A RES 47 193 de 21 de Fevereiro de 1993 Nos Territórios Palestinos Ocupados TPO a luta pelo acesso à água é frequente quotidiana A água utilizada diariamente por cada palestino é muito inferior à recomendada pela Organização Mundial de Saúde como condição básica de vida 100 litros dia Mas a Palestina tem água suficiente Tem nascentes rios e lagos e boas estações chuvosas anualmente em Jerusalém chovem 537 mm de água enquanto em Londres no mesmo período chovem 583 6 mm O problema que se coloca não é assim a existência de recursos hídricos nos TPO mas sim a forma como são geridos O governo de Israel controla de diversas formas todos os recursos de água nos TPO limitando o seu acesso ao povo palestino negando a criação e utilização de furos ou direcionando os para os colonatos adiando as autorizações para a construção de poços de serviço a comunidades palestinas destruindo reservatórios de águas

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  • Liberdade para os palestinos presos por Israel
    como expressão da violência desumanidade e ilegalidade da ocupação que oprime o povo palestino Um relatório da UNICEF publicado nos últimos dias conclui a este propósito que os maus tratos às crianças palestinas pelo sistema de detenção militar israelita além de muito difundidos são sistemáticos e institucionalizados Segundo dados da organização palestina de direitos humanos ADDAMEER são 4812 os prisioneiros palestinos dos quais 31 são crianças com menos de dezasseis anos Estão detidos em prisão administrativa quer dizer sem que contra eles tenha sido pronunciada qualquer acusação cento e setenta e oito pessoas das quais nove são deputados do Conselho Legislativo Palestino constituído em consequência das eleições realizadas em Janeiro de 2006 que a comunidade internacional considerou livres e justas Vale a pena recordar a este propósito que em Maio de 2012 na sequência de um movimento generalizado de greve de fome entre os prisioneiros palestinos o governo de Israel firmou um acordo com o comité de greve em que se comprometia em particular a não renovar as ordens de detenção administrativa dos cerca de 300 prisioneiros que estavam à data nessas condições Ainda de acordo com esse compromisso Israel obrigava se a pôr termo aos períodos de isolamento e a autorizar de novo as visitas aos parentes em primeiro grau de prisioneiros oriundos da faixa de Gaza assim como daqueles que naturais da Margem Ocidental estavam submetidos a medidas de segurança especiais Desde então e à semelhança de tantos outros compromissos não cumpridos por Israel as autoridades de Israel desrespeitaram de forma reiterada as disposições daquele acordo facto que levou muitos prisioneiros a retomarem o seu protesto na forma mais radical da greve de fome A condição dos presos palestinos nas cadeias israelitas não se resume apenas entretanto a uma questão de direitos humanos Ela reflecte nas suas formas

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  • No 20º aniversário da assinatura do Acordo Oslo I
    ONU Foi frequente a acusação de que a opção pelo Acordo tinha sido imposta de forma anti democrática à OLP Igualmente contrários ao Acordo eram os movimentos de raíz religiosa exteriores à OLP como o Hamas e a Jihad Islâmica que se viriam a reforçar no período seguinte Em Israel o Acordo de Oslo foi combatido pelos sectores de extrema direita O Primeiro Ministro israelita que negociou e concluiu o Acordo Yitzak Rabin viria a ser assassinado em 1995 oficialmente por Yigal Amir um extremista de direita que se opunha ao Acordo A aplicação do Acordo Na sequência da assinatura do Acordo foi estabelecida a ANP e grande parte da direcção da OLP incluindo o seu dirigente histórico Yasser Arafat regressaram aos territórios ocupados onde foram acolhidos de forma triunfal pela população palestina Em 1996 nas eleições presidenciais realizadas nos territórios sob controlo da ANP Arafat foi eleito Presidente da Autoridade com mais de 88 dos votos Mas o Acordo nunca foi cumprido na plenitude Por um lado não foi cumprido o prazo de cinco anos para o fim das negociações sobre as questões mais substanciais nem alguma vez Israel reconheceu o direito à existência dum Estado Palestino A retirada gradual do exército israelita das zonas que segundo os Acordos ficariam sob controlo da Autoridade Nacional Palestina foi sempre retardada por Israel e nunca chegou a completar se O Acordo previa a libertação de presos palestinos mas tal nunca chegou a concretizar se continuando esses resistentes na sua maioria encarcerados nas prisões de Israel Por outro lado Israel prosseguiu a ocupação de territórios palestinos com a construção de novos colonatos na Cisjordânia bem como a sucessiva construção de túneis pontes e viadutos reservados a israelitas e que separavam a população da Cisjordânia dentro do próprio território isolando o de Gaza Artigos da Declaração de Princípios foram totalmente ignorados como é exemplo o Artigo 10º cláusula 1 sub cláusula A do anexo 1 que indicava que Existirá uma passagem segura a ligar a Cisjordânia com a Faixa de Gaza para a deslocação de pessoas veículos e bens No mesmo artigo a cláusula B mencionava que Israel assegurará a passagem segura de pessoas e transportes durante as horas do dia mas de qualquer forma nunca menos de 10 horas por dia Estas cláusulas eram violadas diariamente pelos soldados e polícias israelitas que não só não controlavam as passagens como praticavam actos violentos nos pontos de passagem e de controlo transformando as travessias em pesadelos e a Cisjordânia num espaço fragmentado sem ligações entre si ou com a Faixa de Gaza Nos anos até 2000 sucessivas negociações patrocinadas pelos EUA foram produzindo textos onde o lado palestino fazia ulteriores concessões sem que alguma vez se tenha concretizado a promessa de um Estado Palestino e o cumprimento das resoluções 242 e 335 do Conselho de Segurança da ONU O Acordo Oslo II assinado em 1995 definia entre outros aspectos os termos da cooperação entre as forças de segurança de Israel e da OLP O

    Original URL path: http://www.mppm-palestina.org/index.php/processos-de-paz/351-no-20o-aniversario-da-assinatura-do-acordo-oslo-i (2016-04-25)
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