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  • Movimento pelos direitos do povo palestino e pela paz no médio oriente
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  • COMUNICADO 04/2016
    a ditadura os valores da liberdade da democracia da justiça social da independência nacional da paz da solidariedade A liberdade de dizer não à guerra e sim à paz e à solidariedade o respeito pelos direitos dos povos nomeadamente à independência e soberania a rejeição de qualquer forma de colonialismo e imperialismo a adopção das normas do direito e de convenções internacionais são liberdades e princípios expressos na Constituição nomeadamente nos seus arts 7º e 8º Com estes princípios Portugal abriu se e conciliou se com o mundo Portugal país colonizador vivia em estado de guerra e levava a guerra aos povos das colónias Expressar os ideais de paz e solidariedade era proibido Não obstante eles existiam e foram gritados bem alto no 25 de Abril e consagrados na Constituição Esses bens maiores direito e aspiração da humanidade estão bem claros na Constituição e integram a essência da Carta das Nações Unidas da Acta Final de Helsínquia e a Declaração Universal dos Direitos Humanos que Portugal assumiu após o 25 de Abril O 25 de Abril ao consagrar na Constituição a liberdade de expressão e de informação e a liberdade de associação abriu as portas à existência legal de organizações da sociedade civil nomeadamente de movimentos pela paz e de solidariedade com outros povos Os objectivos do MPPM que reflectem os sentimentos do povo português estão assim em acordo e defendidos na Constituição Só a autodeterminação do povo palestino permitirá alcançar a paz na Palestina e até em todo o Médio Oriente O direito do povo palestino a uma pátria independente livre e soberana com fronteiras definidas e capital em Jerusalém Leste está consignado em acordos internacionais afirmado em Resoluções da ONU e suportado pela opinião pública internacional O Estado da Palestina foi reconhecido por 136 Estados membros das Nações

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  • No Dia da Terra MPPM solidariza-se com luta do povo palestino
    Pátria Desde que há 40 anos protestos contra a usurpação de terras palestinas na Galileia foram brutalmente reprimidos pelas autoridades de Israel o dia 30 de Março é assinalado com manifestações que não permitem que a memória da ocupação se apague No Comunicado 03 2016 que pode ler aqui a Direcção Nacional do MPPM denuncia o agravar da situação na Palestina desde aquele Março de 1976 exprime a sua solidariedade

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  • Movimento pelos direitos do povo palestino e pela paz no médio oriente
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  • COMUNICADO 03/2016
    suas terras de cultivo à sua Pátria 2 A ocupação de terras palestinas com a expulsão dos seus habitantes não começou nem terminou em 1976 A limpeza étnica tem sido desde o início um aspecto central da criação do Estado sionista E não por acaso desde a assinatura dos acordos de Oslo 1993 e as encenações de paz subsequentes tem se registado uma agudização dramática da situação A contínua ocupação israelita de terra palestina está a modificar a realidade no terreno Os territórios palestinos ocupados em 1967 incluindo Jerusalém Oriental reconhecidos por direito aos palestinos pelas resoluções das Nações Unidas respeitam apenas a menos de um quarto 22 do território da Palestina histórica Apesar disso os palestinos só têm controlo e ainda assim com autonomia limitada sobre 18 dessa já de si reduzida parcela e está lhes interdito o acesso a cerca de um quarto desse território que é legitimamente seu 3 As autoridades sionistas com o apoio activo ou pelo menos a passividade dos Estados Unidos da América e da União Europeia assim como o silêncio do Conselho de Segurança e a indiferença da comunidade internacional estão a criar factos consumados que tornam inviável a construção de qualquer Estado Palestino mesmo apenas numa parte menor da Palestina Histórica Ao mais de meio milhão de habitantes dos colonatos nos territórios ocupados em 1967 junta se o retalhamento da Margem Ocidental pelo Muro do Apartheid pelas estradas exclusivamente reservadas a colonos pelos terrenos sob controlo directo de Israel bem como pelo cerco à faixa de Gaza A ocupação física visa impor de facto um único Estado no território da Palestina histórica o Estado judaico de Israel Tal objectivo é ao mesmo tempo acompanhado pela mais brutal repressão sobre o povo palestino que se prolonga desde o sistema prisional até à violência

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  • Declaração da Direcção Nacional sobre Palestina e Médio Oriente-pp
    Palestina e no Méddio Oriente e confrontada com a informação deturpada que é transmitida à opinião pública portuguesa a Direcção Nacional do MPPM emitiu uma Declaração em que caracteriza detalhadamente a situação analisa as suas causas próximas e remotas e

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  • Movimento pelos direitos do povo palestino e pela paz no médio oriente
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  • COMUNICADO 02/2016
    repressão violência e humilhação esta campanha sistemática visando a limpeza étnica da Palestina e a destruição das condições materiais de existência do povo palestino passa em geral sob um manto de silêncio da comunicação social internacional A propaganda de Israel incluindo os seus agentes na imprensa de outros países entre os quais Portugal procura justificar a actual onda repressiva com os ataques isolados e esporádicos levados a cabo por jovens palestinos nos territórios ocupados em 1967 na sua maioria contra objectivos militares incluindo os colonatos que o direito internacional considera ilegais e ilegítimos e dos quais já resultaram a morte de cerca de trinta pessoas Contudo tais acções fortuitas e desesperadas não podem ser confundidas com a actuação do exército de um estado que possui uma cadeia de comando e prossegue objectivos estratégicos Diga se aliás que o exército israelita tem enfrentado esses acontecimentos levando a cabo verdadeiras execuções públicas e extrajudiciais com contornos de evidente desprezo pela condição humana que só podem merecer a mais veemente condenação Mas além disso ao colocar o foco nessas acções isoladas Israel e os que defendem a sua política de colonização e segregação pretendem criar uma cortina de fumo para esconder a aceleração da sua política criminosa de ocupação e repressão sobre o povo palestino Tal política visa não apenas as organizações da resistência palestina nas suas diferentes componentes políticas e expressões sociais mas também todos os que incluindo em Israel expressam de múltiplas formas a sua solidariedade com a luta heróica daquele povo pela realização dos seus anseios nacionais A aprovação recente no Knesset de legislação que criminaliza a acção das organizações de direitos humanos que em Israel defendem a causa nacional palestina assim como as acções criminais levadas a cabo contra vários deputados palestinos do parlamento de Israel visando condicionar ou impedir o livre exercício do seu mandato evidenciam a natureza policial e opressiva de um regime que gosta de apresentar se ao mundo como a única democracia do Médio Oriente Todavia é ainda mais preocupante que esta orientação do governo da extrema direita de Israel além da impunidade geral de que goza no plano internacional seja caucionada e secundada por governos da União Europeia A decisão do governo britânico de coarctar a liberdade de decisão dos municípios e regiões em Inglaterra para recusarem investimentos ou contractos com empresas que estejam associadas à política criminosa do estado de Israel e as declarações recentes do primeiro ministro francês assimilando o anti sionismo ao anti semitismo ilustram a um tempo o alcance da conivência e cumplicidade internacionais incluindo na União Europeia com a política criminosa do estado de Israel mas também a força e a determinação do povo palestino e dos movimentos de solidariedade com a sua luta espalhados por todo o mundo ÂÂ impunidade de que Israel goza no plano internacional é ainda mais chocante em face da sua continuada violação das resoluções das Nações Unidas do reiterado incumprimento de todos os acordos e compromissos assumidos no âmbito do chamado processo de

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