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  • MPPM assinala Dia da Terra 2016
    DA TERRA 2016 COM SESSÕES EM LISBOA E NA MAIA No dia 30 de Março pelas 18 30 horas o MPPM organiza em Lisboa com o apoio da Associação 25 de Abril um Sessão Pública de Solidariedade com a Palestina O evento terá lugar no Auditório da A25A Rua da Misericórdia 95 Intervirão Hikmat Ajjuri Embaixador da Palestina Maria do Céu Guerra Presidente do MPPM Carlos Almeida Vice Presidente do

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  • Apelo pelo poeta palestino Ashraf Fayadh
    SALVEMOS A VIDA DO POETA PALESTINO ASHRAF FAYADH CONDENADO À MORTE NA ARÁBIA SAUDITA Ashraf Fayadh n 1980 é um artista e poeta de origem palestina Khan Yunis Faixa de Gaza que nasceu e vive na Arábia Saudita Em Novembro de 2015 foi condenado à morte por apostasia abandono do Islão devido ao conteúdo do seu livro de poemas Instruction Within de 2008 Fayadh foi detido pela polícia religiosa em 2013 em Abha no sudoeste da Arábia Saudita em seguida libertado sob caução e depois novamente preso e julgado no princípio de 2014 Foi condenado a quatro anos de prisão e a 800 chicotadas Recorreu da sentença mas o seu recurso foi recusado de novo julgado por um tribunal de primeira instância os juízes condenaram no à morte já que a apostasia é punível com a morte na monarquia teocrática saudita O próprio Fayadh continua a afirmar que é muçulmano praticante e nega todas as acusações contra si Os seus apoiantes estão convictos de que ele foi visado por ser um refugiado palestino embora tenha nascido na Arábia Saudita Ashraf Fayadh não pôde dispor da assistência de um advogado porque o seu documento de identificação foi apreendido quando foi preso em Janeiro de 2014 Trata se de mais uma brutal e inaceitável violação dos direitos humanos na Arábia Saudita um dos países mais ferozmente repressivos do mundo onde o número de execuções por decapitação foi de 157 em 2015 e já atingiu as 47 em 2016 A Arábia Saudita nega os direitos das mulheres proíbe os partidos políticos reprime o direito de expressão e de associação A Arábia Saudita uma das maiores potências militares da região intervém militarmente em outros países mais recentemente no Barém e no Iémen representando um factor de tensão e instabilidade em todo o Médio Oriente É inaceitável que os países ocidentais incluindo a União Europeia em nome da luta contra o obscurantismo a repressão das liberdades e o terror do chamado Estado Islâmico acolham a Arábia Saudita como parceiro quando precisamente o obscurantismo a falta de liberdades e o terror campeiam nesse país cujo regime financia desde há décadas a exportação para todo o mundo do wahabismo a base ideológica de inúmeras organizações islamistas como o chamado Daesh que aterrorizam populações um pouco por todo o mundo A data para a execução de Ashraf Fayadh não é ainda conhecida mas ela pode ter lugar a qualquer momento Por isso nós apelamos às portuguesas e aos portugueses que prezam a tolerância a liberdade de pensamento de expressão e de criação a que protestem contra a sentença de morte que sobre ele pende e exijam a sua revogação e a sua imediata libertação Por isso exigimos o fim da repressão e o respeito das liberdades na Arábia Saudita e esperamos das autoridades portuguesas que no espírito da Constituição da República se empenhem para este fim Lisboa 3 de Fevereiro de 2016 Subscritores Maria do Céu Guerra presidente do MPPM Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela

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  • COMUNICADO 06/2015
    continua a gozar de total impunidade na cena internacional As sucessivas e afrontosas violações do direito internacional e dos compromissos assumidos continuam a ser silenciadas quando não caucionadas e apoiadas seja pelos EUA sejam pelas principais potências europeias A decisão recente da UE de impor a etiquetagem dos produtos com origem nos colonatos sionistas instalados nos territórios ocupados em 1967 sem dúvida importante é ainda assim insuficiente e não apaga as inaceitáveis relações existentes entre Israel e as instituições da União Europeia e a cumplicidade e cobertura política que muitos países europeus oferecem aos crimes de Israel 3 O processo negocial iniciado em Oslo está hoje encerrado Vinte e dois anos depois os colonatos e o número dos que neles habitam aumentou exponencialmente e o território da Palestina ocupada em 1967 é hoje uma enorme e intrincada manta de retalhos que instala na paisagem a marca de um regime militar opressivo de ocupação exploração e segregação da população palestina Vinte e dois anos depois de Oslo ficou mais próximo o projecto de impor pela violência e pelas armas a solução de um único estado em território da Palestina o estado da Israel com a consequente expulsão e aniquilamento da identidade nacional do povo palestino 4 Sem um horizonte de curto prazo para a resolução política da questão palestina que respeite o direito internacional e perante a generalizada passividade ou conivência com os crimes de Israel o povo palestino intensifica a sua resistência dando uma vez mais provas de uma inigualável coragem determinação e espírito de sacrifício Multiplicam se em todo o território da Palestina ocupada em 1967 acções de protesto e revolta do povo e em particular da juventude palestina reclamando o fim da ocupação e a realização plena dos seus anseios seculares de justiça e liberdade Essa acrescida resistência confronta se diariamente com a brutalidade do aparelho repressivo de Israel integrando a polícia e o exército mas também os grupos armados de colonos que só nos meses de Outubro e Novembro fizeram mais de uma centenas de vítimas muitos deles executados em público e à queima roupa 5 A justa solução da questão Palestina é indissociável da questão da paz no Médio Oriente e até da questão da paz a nível mundial Como talvez nunca antes no passado esta afirmação assume hoje uma dramática actualidade Depois de três guerras de agressão que destruíram Estados soberanos laicos e desenvolvidos a região mergulhou num clima de turbulência e caos Dos despojos deixados por tais aventuras e com o apoio activo de potências da NATO em particular da Turquia assim como de Israel e das monarquias da Península Arábica visando a desestabilização da Síria emergiu uma nova realidade o Daesh que ameaça lançar o Médio Oriente no caos constituindo ao mesmo tempo pretexto para justificar novos planos militares por parte das potências ocidentais A história recente mostrou que todas as aventuras militares levadas a cabo na região servindo antigos e inconfessados planos de recolonização e controle das riquezas naturais reforçaram Israel e

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  • Dia Internacional de Solidariedade 2015
    população palestina Os palestinos há 68 anos que esperam o reconhecimento do seu Estado pela ONU Durante este período de tempo o Povo Palestino tem sido vítima da política expansionista e racista de Israel é o roubo de terras e de água é a destruição de habitações pomares e infra estruturas é a construção de colonatos são as sucessivas agressões pelo exército e colonos responsáveis por milhares de mortes são as prisões tortura e assassinatos de palestinos que protestam contra o invasor colonizador e que simplesmente exigem o cumprimento das Resoluções da ONU justiça e o legítimo direito a um Estado soberano e livre na sua própria terra Esta política sionista que perdura há 68 anos provocou a maior vaga de refugiados depois da II Grande Guerra mais de 7 milhões de pessoas que vivem na sua maioria em condições sub humanas Essa política é sustentada especialmente pelos governos dos EUA e com a cumplicidade da UE Nestes 68 anos o Povo Palestino tem lutado pela concretização do seu Estado independente e soberano com capital em Jerusalém Leste com o retorno dos refugiados e a sua justa compensação Tem sido uma luta heróica utilizando a via armada a resistência civil as negociações a via diplomática A luta do Povo Palestino é um exemplo de dignidade e um estímulo a todos os que aspiram a um mundo de Justiça Paz e Liberdade Foi em obediência a esse direito e no respeito pela legítima luta dos palestinos que em 1977 a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 29 de Novembro como Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino Em 2012 a Palestina foi admitida na ONU como membro observador e em 2015 a sua bandeira nacional foi hasteada ao lado das dos outros Estados membros Muitos Estados da comunidade internacional reconheceram

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  • Jornadas de Solidariedade 2015 - 1
    MPPM Outros Documentos Galeria Fotografias Filmes Música Iniciativas Sessões Públicas Seminários Conferências Jornadas Solidariedade Liberdade para Gaza Campanha BDS Concurso Escolar A Questão Palestina História da Palestina Cultura Palestina Ocupação Israelita Guerras e Agressões Refugiados e Deslocados Direitos Humanos Processos

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  • Jornadas de Solidariedade 2015 - 2
    MPPM Outros Documentos Galeria Fotografias Filmes Música Iniciativas Sessões Públicas Seminários Conferências Jornadas Solidariedade Liberdade para Gaza Campanha BDS Concurso Escolar A Questão Palestina História da Palestina Cultura Palestina Ocupação Israelita Guerras e Agressões Refugiados e Deslocados Direitos Humanos Processos

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  • Não aos exercícios militares da NATO!
    NATO NÃO AOS EXERCÍCIOS MILITARES DA NATO NA EUROPA DO SUL E NO MEDITERRÂNEO A região do Mediterrâneo Oriental Médio Oriente tem sido nas últimas décadas a mais conflituosa e insegura Nela se situa a Palestina que é palco do mais velho e dramático conflito aberto neste momento Olhando para a história vê se a constante ingerência de algumas potências em toda a região é a venda de armas são as bases militares são as agressões e ocupações os boicotes e sanções são as ameaças e provocações Os mentores e principais actores destas ingerências têm um denominador comum são membros ou têm parcerias com a NATO A NATO é um bloco político militar que teve papel preponderante na destruição da Jugoslávia do Iraque da Líbia e está através da Turquia a intervir na guerra da Síria A NATO mantem relações com a administração sionista do Estado de Israel o qual colabora com o Estado Islâmico e também participa em exercícios militares com membros da NATO Entende o MPPM que não é com armas nem com guerras nem com demostrações de força nem com alianças belicistas que se alcança a tão necessária paz e segurança no Médio Oriente Pela Paz pela

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  • Leila Khaled no Seminário Internacional de Solidariedade com a Palestina
    notável intervenção de Leila Khaled no Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino realizado em Almada em 29 de Novembro de 2014 Com a autoridade que lhe advém de ter dedicado toda a sua vida à luta pela libertação do seu país Leila Khaled que é membro do Conselho Nacional Palestino da OLP e dirigente da Frente Popular para a Libertação da Palestina faz uma análise desassombrada da história O nosso povo não tem que pagar este alto preço não tem nada a ver com o que fez o nazismo na Europa Nós não queimámos os judeus não os pusemos nas prisões Foi o nazismo que fez isso E agora vemos que o sionismo faz o mesmo connosco Quem pôs Israel na nossa terra foi o movimento sionista internacional e o imperialismo Este mundo criou a mentira sionista esta grande mentira que dizia que esta terra era uma terra sem povo para um povo sem terra Leila Khaled nega o carácter religioso do conflito israelo palestino Nós respeitamos todas as religiões incluindo a religião judaica Nós sabemos a diferença entre a religião judaica e o movimento sionista que é um movimento racista reaccionário e apela ao isolamento do Estado de Israel através do boicote aos produtos do boicote diplomático e do boicote académico recordando o êxito do movimento global anti apartheid na África do Sul Destaca a importância da solidariedade parlamentar e defende o direito à resistência contra a ocupação por todas as suas formas incluindo a luta armada Considerando que as várias negociações de paz nada fizeram para que o povo palestino visse consagrado o seu direito à autodeterminação a um Estado Palestino o direito ao regresso e a ter a capital em Jerusalém Depois de Oslo depois de 21 anos de negociações o resultado é mais colonialismo

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